“estes são os que vieram da grande tribulação…” (apocalipse 7:14).

existe algo na dor e no que comove o coração do Criador. uma vez ouvi que Deus e o inimigo trabalham de maneiras semelhantes, mas com propósitos diferentes. ambos usam o . Deus o usa com a finalidade básica de nos tornar mais semelhantes a Ele mesmo. existem outros motivos, mas o sentido mais essencial é semelhança a Ele.

o inimigo, por sua vez, usa o para que o mesmo propósito do jardim do éden seja realizado: que duvidemos da imagem de Deus – que já temos – e apontemos o dedo para Deus, como se Ele fosse o causador da dor que sentimos.

interessante.

quando Deus pediu para abraão sacrificar seu único filho, que pedido foi este? será que Deus precisava saber que abraão obedecia a Ele de verdade? ou será que no crescente da narrativa de o que vemos é o relacionamento entre Deus e abraão crescendo, até ao ponto de Deus pedir que abraão sacrifique isaque?

mas o que significa isso?

não foi um pedido para que abraão revisse suas prioridades ou uma simples prova de fé. o que Deus queria para abraão naquele dia era que ele sentisse o que o próprio Deus sentiria no futuro ao abrir mão de um filho único. mesmo sabendo que o filho ressurgiria, para ambos os pais a dor continuava real. naquele pedido, Deus convidou abraão, através do , a saber exatamente a dor que Ele sentiria no coração, e assim o pai da fé pôde compreender melhor o coração de Deus.

esta semana li um poema que me ajudou:
“grande é o homem que conquista com facilidade;
mas o que esta ferido e machucado,
sem respiração, sangrando e suado,
o que quase desmaia mas continua lutando,
este é ainda maior”.

a força dos grandes reformadores que sofreram antes de nós vinha da palavra de Deus. que esta seja a minha e a sua força.

se, como eu, você sofre hoje, antes de ter entrado aqui eu tenho orado por você, e peço que ore por mim. e se não nos virmos nesta terra, lhe direi o mesmo que disse a outros amigos, antes de ir embora da áfrica: “nos vemos ao redor da árvore da vida. o gosto do fruto para nós será diferente”.

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Convidado Especial:

Tiago Arrais, 23 anos, é um pastor adventista. Atualmente reside em Berrien Springs, Michigan, onde desenvolve seu programa de mestrado em Antigo Testamento e Missiologia, na Andrews University. Conheceu o ÉOQHÁ através de um vídeo sobre a igreja judaica, divulgado há algum tempo. Desde então sempre clica ÉOQHÁ.

5 Comentários

  1. Josiane Simões escreveu no dia 11 Junho, 2008 | Permalink

    Perfeito este texto. Realmente há um mister em sofrer! Ainda mais quando sabemos que temos uma recompensa guardadinha no coração de Deus pra nós.
    O Sofrimento aceito é sinal de maturidade espiritual. Devemos amar e servir sempre, mesmo sofrendo, pois Deus é por nós!
    Volta logo Jesus!
    Louvado seja Deus para sempre!

  2. tiago arrais escreveu no dia 13 Junho, 2008 | Permalink

    gostei da maneira em que vc colocou a questao da maturidade espiritual no seu comentario Josiane. Exatamente! A questao nao e se irei sofrer ou se nao irei sofrer, mas se estou nesta etapa da minha vida espiritual de sofrer e se alegrar.

    que DEUS te guie sempre,

  3. Elisa Nogueira escreveu no dia 18 Junho, 2008 | Permalink

    parabéns! uma matéria inspiradora, Deus o,abençõe hoje e sempre…

  4. manoel cursino escreveu no dia 24 Junho, 2008 | Permalink

    QUEIRA NÓS TER A MESMA FÉ DE ABRAÄ, PODEMOS TER ACREDITANDO MAS EM DEUS.

  5. Delnice Paes Santoa escreveu no dia 23 Agosto, 2008 | Permalink

    Dor… todos a conhece e já sentiu, ou sente constantimente.
    Fico olhando pra minha mãe, que sabe o que é sentr dor!! a dor de um câncer, que só Deus… e ela, sabe o quanto sofre, mas a plenitude e o amor de Deus… para com ela, é tão grande que a fez suportar cada estágio desta doença, com mais vontade ainda de viver, e esperar por Ele… por sua volta, e saber que nunca mais saberá o que é sentir dor.
    Que Deus… esteja sempre ao seu lado, continuando dando-lhe sabedoria e forças para continuar, e esperá-lo, para viver eternamente ao seu lado. É o que desejo a todos nós filhos de Deus. …

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