
Algo difícil de ser medido é a repercussão de um veículo na internet. No entanto, com toda a discussão em torno da entrevista que o éoqhá fez com a Marina Silva (saiu na Folha de S. Paulo, Estadão, Época e Veja), gostaria de analisar brevemente um tópico que foi levantado pela mídia, o Estado laico.
Nos dias 10 a 13 de janeiro ocorreu, aqui no Unasp, o Simpósio Criacionismo e Mídia, e contou com a presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Sua vinda aqui teve como finalidade falar sobre preservação ambiental, e suas duas palestras giraram em torno desse tópico. Como cristã falando para um público cristão, ela aplicou princípios bíblicos para demonstrar que a Bíblia defende a preservação ambiental.
Aproveitando a presença da Marina Silva, o éoqhá, junto com a ABJ, realizou uma entrevista sobre suas opiniões e idéias pessoais acerca de religião, criacionismo e preservação ambiental. Aparentemente, o fato da ministra acreditar no criacionismo causou um grande alvoroço, por ela ser ministra de um Estado laico, como o Brasil, e publicamente manifestar suas opniões religiosas. Gostaria de reafirmar que o éoqhá defende um Estado laico. Não vemos, no entanto, nenhum problema em uma pessoa com posição destacada acreditar na Bíblia e no criacionismo, desde que isso não resulte em intolerância na sua gestão.
Vemos exemplos de outras pessoas em importantes posições no Estado que têm suas crenças fundamentadas na Bíblia, como Luiz Francisco F. de Souza, importante procurador da República que colaborou enormemente para a elevação do Ministério Público à importância que ocupa atualmente no cenário brasileiro.




O QUE FAZER AGORA?!