#124 Certo ou errado? Preconceito Lingüístico - Marcos Bagno

Chicrete, probrema, Grobo. Essa semana dialogamos com o Dr. e o Prof. sobre os preconceitos sociais quanto aos diferentes modos de falar.


10 Comentários

  1. heber escreveu no dia 22 Maio, 2008 | Permalink

    Muito interessante! Parabens.

  2. Cláudio escreveu no dia 26 Maio, 2008 | Permalink

    Parabéns!!!!
    Cada dia me surpreendo com esse blog, é o que há de melhor!
    Ainda mais quando aborda uma diversidade de temas como a linguística e etc…

  3. Matheus Siqueira escreveu no dia 26 Maio, 2008 | Permalink

    Obrigado Claúdio!

    Procuramos sempre novos assuntos que podem ser de relevância ao visitante.

    Aproveitando aqui, esqueci de mencionar as credenciais do Dr. Marcos Bagno…rsrs…. Ele é professor de linguística na UNB, doutor pela USP, escreveu vários livros referências no ensino de letras e pedagogia e colunista na Caros Amigos (aonde eu primeiro entrei em contato com o material dele..rsrs…)

    Abraço!

  4. Mateus Pereira escreveu no dia 27 Maio, 2008 | Permalink

    É o q há sempre arrasando!
    Abordagens diversificadas, esseas tipos de temas aguçam o conhecimento dos jovens
    estão de parabéns
    continue assim!

  5. karla caroline escreveu no dia 3 Junho, 2008 | Permalink

    Ótimo gosto em tratar do preconceito lingüístico com uma pessoa de respaudo como Marcos Bagno para não dizer Autoridade máxima em Lingüística na atualidade…

  6. f.tonasso escreveu no dia 5 Junho, 2008 | Permalink

    parabéns pela entrevista. vim colaborar com a discussão, postando um trecho de música que reflete bem meu pensamento:

    “quando alguém te disser ta errado ou errada,
    que não vai S na cebola e não vai S em feliz
    que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X.
    acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz” (zaluzejo, fernando anitelli)

    abraço.

  7. Gabriella Weiss escreveu no dia 11 Julho, 2008 | Permalink

    A língua tem variações e uma delas é a norma culta, que é a gramatical. Falar palavras como “chicrete” não é errado e sim, não de acordo com as normas gramaticais. A língua portuguesa tem vários dialetos e variações, fruto de um Brasil complexo em etnias. Exigir que todos se comportem de acordo com as normas gramaticais é preconcito e a matéria tá muito bem bolada!

    :*

  8. sara passos escreveu no dia 24 Julho, 2008 | Permalink

    NÃO SEI SE CONCORDO MUITO COM O COMENTÁRIO DA COLEGA ACIMA.POR UM ACASO ACHARIA “BONITINHO” SEU FILHO(CASO JÁ TENHA OU VENHA A TER)FALAR “CHICRETE”,ESTANDO EM UMA ESCOLA,ONDE EXISTEM PROFESSORES CAPACITADOS PARA MOSTRAREM O MELHOR QUE A NOSSA LÍNGUA PODE OFERECER?ACHO QUE NÃO.NÓS SOMOS PESSOAS QUE FORAM FEITAS PARA MELHORAR A CADA DIA,E NÃO PRA ACHAR QUE DEVEMOS PERMANECER NA INÉRCIA.DESCULPE-ME OS EXCESSOS,MAS CREIO NA MELHORIA CONSTANTE.AQUI FICO.

  9. Danilo escreveu no dia 31 Julho, 2008 | Permalink

    É ponderado estabelecermos um limite entre o permitido e o exigido….usar uma variante não culta da lingua é permitido e producente se dessa forma o diálogo acontece com maior facilidade…porém não podemos esquecer que o exigido facilita o entendimento num âmbito acadêmico em que há circulação de artigos em nível internacional…logo se não houvesse um padrão fixo a comunicação entre os povos-já tão prejudicada pelos vícios do gênero humano-seria muito mais difícil…pois imaginemos se para estudarmos o inglês nos fosse cobrado os modos de pronúncia texanos,nova-iorquinos etc…não daria…Devemos expandir constantemente os horizontes da nossa linguagem…sermos ”poliglotas” na nossa própria lingua pois afinal…às vezes(tem crase?..rsrrs)a vida(um sermão quem sabe?!)pode chegar a nós da boca do povo,da lingua errada do povo,da lingua certa do povo…como disse o pernanbucano Mané Bandeira…é isso aí gente…Abração e parabéns pelas matérias…Que D-us continue abençoando ”vcs”(tomara que um dia vira norma culta-rsrsrsrs)…flw
    danilo

  10. Antonio Lisboa escreveu no dia 1 Agosto, 2008 | Permalink

    Este tema é bem interessante, e sua abordagem aqui é, no minimo, instigante. Explico. Meu primeiro contato com o Sr. Bagno foi com o livro “A lingua de Eulália”, e nele tive fui introduzido ao universo academico do Sr. Bagno e a sua defesa ferrenha do “falar diferenciado”, digamos assim, de cada pessoas e/ou grupo social, etc. e tal. Mas tenho cá minhas dúvidas quanto às boas intenções desse Sr. Tenho comigo que ele não passa de um fazedor de barulho e marketeiro pra vender mais em um disputado (e inespressivo em termos de venda para área didática - na roça dizemos “farinha pouca, meu pirão primeiro”) mercado literário como é o caso do nosso País. Concordo que todos devemos ser respeitados em nossas diferenças sejam elas quais forem (já pensaram nos “causos” e cantorias populares (entre outras manifestaçõe populares) sendo apresentados por doutroes em Lingüistica? não dá mesmo, não é verdade?).
    Mas tem quem goste do Sr. Bagno, e o coloque em um pedestal que outros literatos e lingüistas merecem muito mais que ele.
    Ah! Minha tutora do curso de Letras vive me puxando a orelha por conta dessa minha birra com o Sr. Bagno, pois todos os demais colegas são fãs de carteirinha do dito Sr.
    Como não sou muito fã de unanimidades, fica aqui meu recado.

    Saudções Cristãs a todos.

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