#124 Certo ou errado? Preconceito Lingüístico – Marcos Bagno
maio 21, 2008 | Entrevistas, Vídeo | 16 Comentários | Download do vídeo | Envie por email | Salvar/Bookmark
Chicrete, probrema, Grobo. Essa semana dialogamos com o Dr. Marcos Bagno e o Prof. Joubert Perez sobre os preconceitos sociais quanto aos diferentes modos de falar.
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Aficcionado em tecnologia e por novos métodos de contar histórias, o Matheus é atualmente um estudante de jornalismo. No tempo livre aproveita para ler (revistas, livros, jornais) e se possível viajar para conhecer novas culturas, pessoas e lugares.
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16 Comentários ↓
Muito interessante! Parabens.
Parabéns!!!!
Cada dia me surpreendo com esse blog, é o que há de melhor!
Ainda mais quando aborda uma diversidade de temas como a linguística e etc…
Obrigado Claúdio!
Procuramos sempre novos assuntos que podem ser de relevância ao visitante.
Aproveitando aqui, esqueci de mencionar as credenciais do Dr. Marcos Bagno…rsrs…. Ele é professor de linguística na UNB, doutor pela USP, escreveu vários livros referências no ensino de letras e pedagogia e colunista na Caros Amigos (aonde eu primeiro entrei em contato com o material dele..rsrs…)
Abraço!
É o q há sempre arrasando!
Abordagens diversificadas, esseas tipos de temas aguçam o conhecimento dos jovens
estão de parabéns
continue assim!
Ótimo gosto em tratar do preconceito lingüístico com uma pessoa de respaudo como Marcos Bagno para não dizer Autoridade máxima em Lingüística na atualidade…
parabéns pela entrevista. vim colaborar com a discussão, postando um trecho de música que reflete bem meu pensamento:
“quando alguém te disser ta errado ou errada,
que não vai S na cebola e não vai S em feliz
que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X.
acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz” (zaluzejo, fernando anitelli)
abraço.
A língua tem variações e uma delas é a norma culta, que é a gramatical. Falar palavras como “chicrete” não é errado e sim, não de acordo com as normas gramaticais. A língua portuguesa tem vários dialetos e variações, fruto de um Brasil complexo em etnias. Exigir que todos se comportem de acordo com as normas gramaticais é preconcito e a matéria tá muito bem bolada!
:*
NÃO SEI SE CONCORDO MUITO COM O COMENTÁRIO DA COLEGA ACIMA.POR UM ACASO ACHARIA “BONITINHO” SEU FILHO(CASO JÁ TENHA OU VENHA A TER)FALAR “CHICRETE”,ESTANDO EM UMA ESCOLA,ONDE EXISTEM PROFESSORES CAPACITADOS PARA MOSTRAREM O MELHOR QUE A NOSSA LÍNGUA PODE OFERECER?ACHO QUE NÃO.NÓS SOMOS PESSOAS QUE FORAM FEITAS PARA MELHORAR A CADA DIA,E NÃO PRA ACHAR QUE DEVEMOS PERMANECER NA INÉRCIA.DESCULPE-ME OS EXCESSOS,MAS CREIO NA MELHORIA CONSTANTE.AQUI FICO.
É ponderado estabelecermos um limite entre o permitido e o exigido….usar uma variante não culta da lingua é permitido e producente se dessa forma o diálogo acontece com maior facilidade…porém não podemos esquecer que o exigido facilita o entendimento num âmbito acadêmico em que há circulação de artigos em nível internacional…logo se não houvesse um padrão fixo a comunicação entre os povos-já tão prejudicada pelos vícios do gênero humano-seria muito mais difícil…pois imaginemos se para estudarmos o inglês nos fosse cobrado os modos de pronúncia texanos,nova-iorquinos etc…não daria…Devemos expandir constantemente os horizontes da nossa linguagem…sermos ”poliglotas” na nossa própria lingua pois afinal…às vezes(tem crase?..rsrrs)a vida(um sermão quem sabe?!)pode chegar a nós da boca do povo,da lingua errada do povo,da lingua certa do povo…como disse o pernanbucano Mané Bandeira…é isso aí gente…Abração e parabéns pelas matérias…Que D-us continue abençoando ”vcs”(tomara que um dia vira norma culta-rsrsrsrs)…flw
danilo
Este tema é bem interessante, e sua abordagem aqui é, no minimo, instigante. Explico. Meu primeiro contato com o Sr. Bagno foi com o livro “A lingua de Eulália”, e nele tive fui introduzido ao universo academico do Sr. Bagno e a sua defesa ferrenha do “falar diferenciado”, digamos assim, de cada pessoas e/ou grupo social, etc. e tal. Mas tenho cá minhas dúvidas quanto às boas intenções desse Sr. Tenho comigo que ele não passa de um fazedor de barulho e marketeiro pra vender mais em um disputado (e inespressivo em termos de venda para área didática – na roça dizemos “farinha pouca, meu pirão primeiro”) mercado literário como é o caso do nosso País. Concordo que todos devemos ser respeitados em nossas diferenças sejam elas quais forem (já pensaram nos “causos” e cantorias populares (entre outras manifestaçõe populares) sendo apresentados por doutroes em Lingüistica? não dá mesmo, não é verdade?).
Mas tem quem goste do Sr. Bagno, e o coloque em um pedestal que outros literatos e lingüistas merecem muito mais que ele.
Ah! Minha tutora do curso de Letras vive me puxando a orelha por conta dessa minha birra com o Sr. Bagno, pois todos os demais colegas são fãs de carteirinha do dito Sr.
Como não sou muito fã de unanimidades, fica aqui meu recado.
Saudções Cristãs a todos.
A língua varia de acordo com a idade, posição geográfica, faixa etária e outros, o que para mim não pode é usar a língua, a forma como a pessoa fala, para discrimina-las, dominá-las e subjulga-las como inferiores apenas porque sua variação linguística não é a mesma da classe privilegiada. Nos posicionamos subservientemente à Portugal e por isso fica evidente na linguagem, seria salutar tentarmos sair dessa posição, o país ganharia muito com isso. Ensinar a norma padrão, evidentemente que é necessário, o que não pode é definir essa norma como única forma correta de falar de um país de dimensões continentais como o Brasil.
Fico intrigada com determinanas coisas que estudo e leio ou vice e versa. Exemplo. Li que o termo texto não era susado na antiguidade, mas sim o termo palavra é que desiginava livros documentos etc. Fiz uma relação com a igreja. Qando se diz nos missal PALAVRA DO SENHOR .Será que está se reportando áquele tempo?…..
Excelente! Minha luta é esta: combater o preconceito em suas mais variadas vertentes, inclusive o linguístico. Em minha atuação como professor, sempre estou trabalhando com este tema, pois em minha vida particular já senti a força do preconceito nos meus tempos de criança no interior de São Paulo. Parabéns e contem comigo !
Prof. João Carlos
gostei muito do livro, mas preciso fazer um seminário do mito 6 e estou meio perdida, gostaria de alguma dica que possa me ajudar. quem puder dar alguma dica serei grata!!!!!!
desde já agradeço.
meu email é cris-ani18@hotmail.com
Quero ter mais conhecimento sobre os sistemas ortograficos por exemplo,mathematica ,phisica,chimica,…gostei de ter lido sobre esse sistema!
professor, onde posso encontrar o texto referente a palestra realizada na III semana de letras e artes na universidade de feira de santana em 14 de junho de 1999? Que fonte de pesquisa o Sr. indicaria a respeito do tema oralidade?
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