#124 Certo ou errado? Preconceito Lingüístico – Marcos Bagno

maio 21, 2008 |  Entrevistas, Vídeo  |  16 Comentários  |  Download do vídeo  |  Envie por email  |  Salvar/Bookmark


Chicrete, probrema, Grobo. Essa semana dialogamos com o Dr. Marcos Bagno e o Prof. Joubert Perez sobre os preconceitos sociais quanto aos diferentes modos de falar.

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Aficcionado em tecnologia e por novos métodos de contar histórias, o Matheus é atualmente um estudante de jornalismo. No tempo livre aproveita para ler (revistas, livros, jornais) e se possível viajar para conhecer novas culturas, pessoas e lugares.


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16 Comentários ↓

#1 heber em 22.05.08, 21:32

Muito interessante! Parabens.

#2 Cláudio em 26.05.08, 20:27

Parabéns!!!!
Cada dia me surpreendo com esse blog, é o que há de melhor!
Ainda mais quando aborda uma diversidade de temas como a linguística e etc…

#3 Matheus Siqueira em 26.05.08, 21:49

Obrigado Claúdio!

Procuramos sempre novos assuntos que podem ser de relevância ao visitante.

Aproveitando aqui, esqueci de mencionar as credenciais do Dr. Marcos Bagno…rsrs…. Ele é professor de linguística na UNB, doutor pela USP, escreveu vários livros referências no ensino de letras e pedagogia e colunista na Caros Amigos (aonde eu primeiro entrei em contato com o material dele..rsrs…)

Abraço!

#4 Mateus Pereira em 27.05.08, 21:41

É o q há sempre arrasando!
Abordagens diversificadas, esseas tipos de temas aguçam o conhecimento dos jovens
estão de parabéns
continue assim!

#5 karla caroline em 03.06.08, 17:09

Ótimo gosto em tratar do preconceito lingüístico com uma pessoa de respaudo como Marcos Bagno para não dizer Autoridade máxima em Lingüística na atualidade…

#6 f.tonasso em 05.06.08, 17:06

parabéns pela entrevista. vim colaborar com a discussão, postando um trecho de música que reflete bem meu pensamento:

“quando alguém te disser ta errado ou errada,
que não vai S na cebola e não vai S em feliz
que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X.
acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz” (zaluzejo, fernando anitelli)

abraço.

#7 Gabriella Weiss em 11.07.08, 11:29

A língua tem variações e uma delas é a norma culta, que é a gramatical. Falar palavras como “chicrete” não é errado e sim, não de acordo com as normas gramaticais. A língua portuguesa tem vários dialetos e variações, fruto de um Brasil complexo em etnias. Exigir que todos se comportem de acordo com as normas gramaticais é preconcito e a matéria tá muito bem bolada!

:*

#8 sara passos em 24.07.08, 20:46

NÃO SEI SE CONCORDO MUITO COM O COMENTÁRIO DA COLEGA ACIMA.POR UM ACASO ACHARIA “BONITINHO” SEU FILHO(CASO JÁ TENHA OU VENHA A TER)FALAR “CHICRETE”,ESTANDO EM UMA ESCOLA,ONDE EXISTEM PROFESSORES CAPACITADOS PARA MOSTRAREM O MELHOR QUE A NOSSA LÍNGUA PODE OFERECER?ACHO QUE NÃO.NÓS SOMOS PESSOAS QUE FORAM FEITAS PARA MELHORAR A CADA DIA,E NÃO PRA ACHAR QUE DEVEMOS PERMANECER NA INÉRCIA.DESCULPE-ME OS EXCESSOS,MAS CREIO NA MELHORIA CONSTANTE.AQUI FICO.

#9 Danilo em 31.07.08, 13:41

É ponderado estabelecermos um limite entre o permitido e o exigido….usar uma variante não culta da lingua é permitido e producente se dessa forma o diálogo acontece com maior facilidade…porém não podemos esquecer que o exigido facilita o entendimento num âmbito acadêmico em que há circulação de artigos em nível internacional…logo se não houvesse um padrão fixo a comunicação entre os povos-já tão prejudicada pelos vícios do gênero humano-seria muito mais difícil…pois imaginemos se para estudarmos o inglês nos fosse cobrado os modos de pronúncia texanos,nova-iorquinos etc…não daria…Devemos expandir constantemente os horizontes da nossa linguagem…sermos ”poliglotas” na nossa própria lingua pois afinal…às vezes(tem crase?..rsrrs)a vida(um sermão quem sabe?!)pode chegar a nós da boca do povo,da lingua errada do povo,da lingua certa do povo…como disse o pernanbucano Mané Bandeira…é isso aí gente…Abração e parabéns pelas matérias…Que D-us continue abençoando ”vcs”(tomara que um dia vira norma culta-rsrsrsrs)…flw
danilo

#10 Antonio Lisboa em 01.08.08, 22:45

Este tema é bem interessante, e sua abordagem aqui é, no minimo, instigante. Explico. Meu primeiro contato com o Sr. Bagno foi com o livro “A lingua de Eulália”, e nele tive fui introduzido ao universo academico do Sr. Bagno e a sua defesa ferrenha do “falar diferenciado”, digamos assim, de cada pessoas e/ou grupo social, etc. e tal. Mas tenho cá minhas dúvidas quanto às boas intenções desse Sr. Tenho comigo que ele não passa de um fazedor de barulho e marketeiro pra vender mais em um disputado (e inespressivo em termos de venda para área didática – na roça dizemos “farinha pouca, meu pirão primeiro”) mercado literário como é o caso do nosso País. Concordo que todos devemos ser respeitados em nossas diferenças sejam elas quais forem (já pensaram nos “causos” e cantorias populares (entre outras manifestaçõe populares) sendo apresentados por doutroes em Lingüistica? não dá mesmo, não é verdade?).
Mas tem quem goste do Sr. Bagno, e o coloque em um pedestal que outros literatos e lingüistas merecem muito mais que ele.
Ah! Minha tutora do curso de Letras vive me puxando a orelha por conta dessa minha birra com o Sr. Bagno, pois todos os demais colegas são fãs de carteirinha do dito Sr.
Como não sou muito fã de unanimidades, fica aqui meu recado.

Saudções Cristãs a todos.

#11 Sérgio Soares de Andrade em 03.10.08, 20:43

A língua varia de acordo com a idade, posição geográfica, faixa etária e outros, o que para mim não pode é usar a língua, a forma como a pessoa fala, para discrimina-las, dominá-las e subjulga-las como inferiores apenas porque sua variação linguística não é a mesma da classe privilegiada. Nos posicionamos subservientemente à Portugal e por isso fica evidente na linguagem, seria salutar tentarmos sair dessa posição, o país ganharia muito com isso. Ensinar a norma padrão, evidentemente que é necessário, o que não pode é definir essa norma como única forma correta de falar de um país de dimensões continentais como o Brasil.

#12 marry em 26.04.09, 15:14

Fico intrigada com determinanas coisas que estudo e leio ou vice e versa. Exemplo. Li que o termo texto não era susado na antiguidade, mas sim o termo palavra é que desiginava livros documentos etc. Fiz uma relação com a igreja. Qando se diz nos missal PALAVRA DO SENHOR .Será que está se reportando áquele tempo?…..

#13 Jão Carlos em 28.06.09, 21:04

Excelente! Minha luta é esta: combater o preconceito em suas mais variadas vertentes, inclusive o linguístico. Em minha atuação como professor, sempre estou trabalhando com este tema, pois em minha vida particular já senti a força do preconceito nos meus tempos de criança no interior de São Paulo. Parabéns e contem comigo !
Prof. João Carlos

#14 Cristiane em 05.10.09, 9:37

gostei muito do livro, mas preciso fazer um seminário do mito 6 e estou meio perdida, gostaria de alguma dica que possa me ajudar. quem puder dar alguma dica serei grata!!!!!!
desde já agradeço.
meu email é cris-ani18@hotmail.com

#15 Maria Edite em 09.10.09, 17:49

Quero ter mais conhecimento sobre os sistemas ortograficos por exemplo,mathematica ,phisica,chimica,…gostei de ter lido sobre esse sistema!

#16 maria da conceiçao em 16.11.09, 18:34

professor, onde posso encontrar o texto referente a palestra realizada na III semana de letras e artes na universidade de feira de santana em 14 de junho de 1999? Que fonte de pesquisa o Sr. indicaria a respeito do tema oralidade?

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