#125 Células-tronco embrionárias - Geraldo Romanello

junho 6, 2008 |  Entrevistas, Vídeo  |  23 Comentários  |  Download do vídeo  |  Envie por email  |  Salvar/Bookmark

Com todo o debate que ocorreu semana passada no STF sobre a aprovação das pesquisas com embionárias, o éoqhá resolveu pedir a opinião de um especialista. Pós-doutor em pela Unicamp e mestre em pela Unimep, o professor de Legal, Geraldo Romanello interpreta os acontecimentos pelo viés da constituição.

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Siqueira

Aficcionado em tecnologia e por novos métodos de contar histórias, o Matheus é atualmente um estudante de jornalismo. No tempo livre aproveita para ler (revistas, livros, jornais) e se possível viajar para conhecer novas culturas, pessoas e lugares.


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23 Comentários ↓

#1 Ademar em 16.06.08, 13:44

Muito bom

#2 Eduardo em 24.06.08, 2:58

Não entendi a justificativa do Dr. Romanello para sua visão contrária a utilização de células provenientes de embriões. A tal “morte” do embrião não serve como argumento pois esses embriões já estão condenados a uma “morte” por congelamento eterno ou por descarte (mesmo que o último seja ilegal).

Mas na realidade não podemos falar aqui de “morte” já que esses embriões, que nunca serão implantados, jamais originarão uma vida humana.

Se considerássemos esses embriões já como seres humanos viventes, então chegaríamos em outro dilema ético e moral: todos os inúmeros embriões que existem hoje teriam o direito de ser obrigatoriamente implantados em um útero materno!
(pobres mulheres que já passaram por uma clínica de fertilidade)

Diante disso, eu me pergunto: na visão oficial da Igreja Adventista, a partir de que momento do desenvolvimento embrionário se inicia a vida? E, tendo isso em mente, a Igreja Adventista é contra ou a favor da utilização de células tronco embrionárias?

#3 Fabiana Paula em 24.06.08, 15:44

O Doutor e Professor Romanello é um excelente profissional. Eu o conheço bem, pois ele já foi meu Mestre em Biodireito. Eu concordo com a sua posição sobre o assunto, pois é em defesa da Vida humana. Já é comprovado em vários estudos realizados por inúmeras Universidades em âmbito mundial de que as pesquisas com células tronco embrionárias é falida. A única forma aceitável eticamente é a pesquisa com células tronco adultas, extraidas e injetadas novamente no orgão doente do próprio paciente. Obrigada pela oportunidade e um abraço ao Doutor Romanello de sua eterna aluna.

#4 Eduardo em 25.06.08, 1:46

Fabiana,
Muitos excelentes profissionais também se equivocam, por isso tento não usar o argumento de autoridade pra justificar o que quer que seja.

Dizer que essa visão é “em defesa da vida humana” ou a única “aceitável eticamente” não esclarece o motivo da sua crença nisso e portanto não a torna mais legítima.

A dúvida permanece: Essas poucas células que formam o embrião já podem ser consideradas vidas humanas?

Creio que a resposta é não, esse pequeno embrião ainda não recebeu o sopro de vida divino, ainda não pode viver por si mesmo, trata-se apenas de um aglomerado de células pertencentes ainda ao organismo materno. Claro que possuem o potencial de se tornar uma vida humana, assim como um óvulo e um espermatozóide também possuem, mas o fato é que ainda não o é.

Mas, supondo que sim, que seria uma “vida humana” como você deixou subentendido,
seria ético mantê-los então congelados ad eternum?

#5 Hugo Hoffmann em 26.06.08, 13:54

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.” (John F. Kennedy)

Sou Bacharel em Ciências Biológicas, e na biologia não há “ponto de vista”.

A fecundação se dá a partir do momento em que o espermatozóide penetra no óvulo, a partir de então ocorre outro processo chamado de fusão cromossômica [ou fusão nuclear, fusão genética, etc] e aquele óvulo, mesmo com poucas células já apresenta os mesmos pares de cromossomos que o seu sr. Eduardo.

Sou a favor sim, mas com restrições ao uso dos que já estão congelados, afim de se evitar desperdício de material genético importante.
Temo que as células-tronco embrionárias se torne um mercado lucrativo adptado rapidamente ao capitalismo e a produção em “larga escala”.

Ainda sim, o conhecimento não se detém na mão de alguns… Prefiro me manter cético ao assunto. Confio nas bases de dados empíricas que irão mostrar, daqui alguns anos, o resultado desta lei, dai sim poderemos tirar conclusão que não estejam referenciados no “achismo”.

#6 Luiz Fernando em 26.06.08, 19:35

Não concordo com essa utilização de células-tronco embrionárias, não retirando de seres humanos que estão se desenvolvendo na gestação.
Quanto aos que JÁ estão congelados, não vejo problemas.

#7 Eduardo em 27.06.08, 2:19

Hehehe… Hugo, na biologia não há ponto de vista?
Em toda e qualquer área do conhecimento sempre houve diversos pontos de vista diferentes, negar isso insinuando que sempre há consenso geral entre os biólogos é uma declaração leviana.

O que você disse sobre a fecundação está correto, contudo, alcançar a diploidia não é o mesmo que alcançar o status de vida, vida humana no caso.

Já que és bacharel, esprema os olhos e lembre daquelas aulas de embriologia.
Detenha os pensamentos nas fases do desenvolvimento ontogenético que você decorou para aquela prova cheia de desenhinhos.
Pois é, isso mesmo, após a fertilização há uma fase de clivagem, depois gastrulação, organogênese, crescimento, diferenciação histológica…
Lembra quando surge pela primeira vez um esboço do que dará origem ao sistema nervoso? Apenas depois de 18 dias! E o início da circulação sanguínea? Somente na quarta semana!

Não, aquele zigoto, aquela única nova célula que aparece logo depois da fertilização não é um ser humano. Tem potencial e a informação genética para vir a ser, mas ainda não o é.

Mas supondo que seja, como você deixou a entender. Se a vida humana começasse na fertilização não haveria como você ser a favor do uso dessas células, já que estaria matando um ser humano, mesmo com “restrições”…. a não ser que você concorde com assassinatos… sob restrições é claro ;)

#8 Marcos em 27.06.08, 9:24

Não sou a favor do uso de celulas tronco embrionárias por muitos motivos, mas os principais são:
- A vida humana tem valor único, pois os seres humanos, embora caídos, são criados à imagem de Deus (Gên. 1:27; Rom. 3:23; I João 2:2; 3:2; João 1:29; 1 Ped. 1:18 e 19).

-Deus valoriza a vida humana não por causa das realizações ou contribuições humanas, mas porque somos criaturas de Deus e objetos de Seu amor redentor (Rom. 5:6 e 8; Efés. 2:2-6; 1 Tim. 1:15; Tito 3:4 e 5; Mat. 5:43-48; Efés. 2:4-9; João 1:3; 10:10).

-Deus nos chama para a proteção da vida humana, e responsabiliza a humanidade por sua destruição (Êxo. 20:13; Apoc. 21:8; Êxo. 23:7; Deut. 24:16; Prov. 6:16 e 17;Jer, 7:3- 34; Miq. 6:7; Gên. 9:5 e 6).

-Deus está especialmente preocupado com a proteção do fraco, indefeso e oprimido (Sal. 82:3,4; Tiago 1:27; Miq. 6:8; At. 20:35, Prov. 24:11,12; Luc. 1:52-54).

-Deus convida cada um de nós individualmente a fazer decisões morais e a buscar nas Escrituras os princípios bíblicos que fundamentam tais escolhas (João 5:39; Atos 17:11; 1 Ped. 2:9; Rom. 7:13-25).

Não encontro base bilbica para a utilização ou destruição de embriões em nome da ciencia.
Permitir a utilização destes (Embriões) que foram retirados de seu meio natural para outros fins, seria o mesmo que dizer: “Terminem o erro, ja que começaram!!”

Com base nisto, creio que não há como prevalecer a opinião de homens que pensam que podem fazer o que querem com a vida (dos outros é claro !!)

#9 Hugo Hoffmann em 27.06.08, 23:14

Caro Eduardo,

Primeiramente quero lhe dar meus parabéns pela didática, quase me fez lembrar uma professora do meu quarto ano do ensino básico.

Quando eu disse “ponto de vista”, me desculpe se coloquei mal, ou você talvez tenha levado com rispidez inicial sem ter procurado entender um ponto de vista contrário ao seu.

Sinto em informar que desde a grécia antiga sua informação já não é nova. Realmente, não há um consenso… Nem na física o há!

Mas pelo que me parece vocé é adepto da teoria “oito ou oitenta” e isso sim, quero lhe informar, não se encaixa nas Ciências Biológicas e nesse ponto eu quis dizer sobre o “ponto de vista”.

Não concordo com o seu, tenho esse direito, não tenho?

Então, mesmo sabendo do seus critérios de avaliação de críticas, seja sincero comigo, sem analisar a ótica religiosa, é melhor perder milhares de embriões que poderiam ser revertidos para a saúde coletiva ou não usá-los por algumas definições relativas [que não expressam consenso único]?

E outra, você acretida mesmo que depois que eles utilizarem todos os embriões congelados, os laboratórios não dariam “um jeitinho” para continuar lucrando com isso?
Esse é o meu medo.

Vamos tentar nos desprender de avaliar “conceitos” e sim, vamos procurar entender os prospectos de como tudo esse mecanismo se dará.

#10 Eduardo em 28.06.08, 1:31

Marcos,
Excelentes citações. Como você deixou claro não há dúvida de que a vida humana é sagrada e deve ser sempre preservada. Contudo, a partir de nenhuma dessas citações podemos concluir que o embrião em seu estágio inicial pode ser considerado uma vida humana.

Veja as seguintes:
-“Porque a vida da carne está no sangue;” (Lev.17:11)
-“… pois o sangue é a vida;” (Deut. 12:23)

Não seria isso um indício bíblico de que a vida começa com o início da circulação sanguínea, lá pela quarta semana do desenvolvimento embrionário?

…….
Hugo,
Obrigado pelo parabéns e não precisa se desculpar, todos nós nos expressamos mal de vez enquando o importante é admitir. Quanto a informações novas, não tenho a presunção de colocar alguma aqui, só estou tentando entender o ponto de vista das pessoas (o seu no caso) para ver se mudo ou sustento o meu.
Mas no final das contas, seu ponto de vista não é contrário ao meu, nós dois somos favoráveis ao uso desses embriões e a questão do mercado negro realmente seria caso de polícia. Até agora não vi nenhuma crítica sua ao meu ponto de vista… a não ser o tal “oito ou oitenta”, mas você tem razão, tenho a tendência a acreditar que a verdade é uma só e não acreditar que existam meias verdades… …

Respondendo a sua pergunta, em teoria sou a favor de utilizarmos esses milhares de embriões de que você falou, mas isso porque não os considero como vidas humanas (já expliquei o porque não).

Mas veja o que você está me dizendo: primeiro deixa a entender que a vida começa na fecundação (pois a célula já apresenta os mesmos pares de cromossomos que o Sr. Hugo), depois diz que é melhor perder milhares de embriões do que perder a chance de melhorar a saúde coletiva.

Esse tipo de pensamento é muito perigoso, você deve conhecer vários exemplos na história humana onde vidas foram sacrificadas aos milhares em prol de um bem coletivo “superior”.

O que estou tentando humildemente lhe dizer, prezado bacharel, é que não há como conciliar coerentemente essas duas visões que está apresentando… de que a vida começa na fecundação e de que esses embriões devem ser sacrificados para um bem maior.

#11 Hugo Hoffmann em 29.06.08, 2:36

Sr. Eduardo,

Realmente, preciso concordar contigo que analisando como o senhor analisou, não tem coerência o fundamento de minha opinião.

Na verdade, eu apenas tento buscar, quem sabe se ela exista, uma maneira de conciliar os milhares de embriões que serão descartados a curto e longo prazo com as pessoas que precisam de um tratamento de saúde mais complexo, de forma alguma, pensei em “sacrificar vidas” e nazismo, nem pensar! Aliás, meu sobrenome é apenas um traço de família! Não confunda! rs

Bom, reconheço que esta é uma questão em que consenso científico poderá tardar a vir.

Além do mais, independente da denominação, precisamos de inspiração e esclarecimento divino para termos bom discernimento sobre um assunto cheio de implicações morais, éticas e religiosas.

Mas e agora, quais serão as perspectivas para o uso das células-tronco no Brasil?

#12 Heber em 30.06.08, 0:07

Muito boa a entrevista, adorei! :) Mas precisa dessa musikinha???
Abração!
H.

#13 Marcos em 01.07.08, 10:19

Sr. Eduardo, bom dia!!
Se você não for testemunha de Jeova, esta quase lá!! rsrsrs
Brincadeiras a parte, se for levado em conta que a vida começa somente após o inicio da circulação sanguinea; o que deveria ser considerado o ser que ainda no ventre materno não tivesse a tal circulação?? Poderiamos então destrui-lo sem culpa, pois o princípio de preservação da vida, enunciado através do mandamento “Não Matarás” não se aplicaria aqui??
Se isto fosse verdade, a Biblia seria contraditória, não acha ??

Os textos por ti descritos referem-se a comer sangue e não em tê-lo circulando por entre as veias e artérias do corpo.

Abraços !!

#14 Eduardo em 01.07.08, 16:56

Sr. Marcos, boa tarde.

Então… se fosse realmente verdade que a vida começa somente após o início da circulação sanguínea, o embrião antes disso deveria ser considerado apenas como células oriundas de um outro organismo. Nesse caso poderíamos destruí-lo sem culpa pois realmente não estaríamos matando ninguém, não estaríamos violando nenhum mandamento. Seria o mesmo que destruir um espermatozóide ou um óvulo isolados.
Por que você acha que nesse caso a Bíblia seria contraditória? Não entendi esse ponto (assim como a piadinha sobre os testemunhas de Jeová… hehe)

Sim, os textos falam sobre o não comer sangue. Mas, como você mesmo disse, Deus nos convida a buscar nas Escrituras os princípios bíblicos que fundamentam nossas escolhas. Foi o mais perto que eu pude encontrar de uma indicação do estágio em que se inicia a vida para fundamentar essa escolha… mas admito que isso é pura especulação.

Sr. Hugo,

Pois é, esse é um assunto complicado. O senhor tem razão em dizer que o consenso poderá tardar a vir. Esse simples diálogo que tivemos aqui já me faz pensar que uma decisão como essa, em que vidas podem ou não estar em jogo, deve ser adiada para um momento de maior certeza.

#15 Eduardo em 01.07.08, 17:01

Ah.. hehe.. entendi a piadinha… os testemunhas de Jeová não fazem transfusão de sangue né… hehe… nunca tinha pensado no porque disso, acho que agora já sei.. ;)

#16 JULIANA C. em 04.07.08, 12:28

Bom Dia a todos!!!!!
Sou estudante de Direito e Adventista e estou fazendo meu TCC sobre esse tema Células Tronco - “Qdo começa a vida humana”.
Então por gentileza, pessoas que possam me transmitir artigos ou sugestões a esse respeito ficaria muito grata.
Obrigado.

#17 Hugo Hoffmann em 04.07.08, 12:47

Juliana,

Seja bem-vinda a discussão! Você está no lugar certo….rs
Boa Sorte! E que Deus te abençoe em sua pesquisa…

#18 Mateus Pereira em 04.07.08, 20:16

O maior questionamento em meu ser é:
Quando começa a vida?
creio que não pesquisei o suficiente as vezes para impor uma posião diante desse assunto!
mas…

queria saber de onde começa a vida e em que ponto
essa pesquisa não se enquadra nos padrões cristãos?

#19 Mateus Pereira em 04.07.08, 20:26

Concordo com o ponto de vista do entrevistado!
estamos falando de uma vida né gente!
e a constituição defende isso…

estamos vivendo em um paradoxo, não se sabe mais
em que pensar.
Uma coisa eu digo… se por acaso for liberado a utilização
uma reforma política, constitucional e moral vai haver nesse país.
E vai ser bruta.

#20 marcio ribeiro em 19.07.08, 10:46

Ola pessoal tenho acompanhado tudo isso , achei tudo muito bom ….; nunca aprendi tanto sobre genetica mas nao se esqueça do nao mataras e ponto final , nao tem mas nem menos a regra e clara nao mataras e .

#21 Marcos em 29.07.08, 8:42

Sra Juliana, bom dia !!
Envio algumas referencias para vc ter como base em sua pesquisa. Bom proveito !!

Sobre fontes de bioética e ética biomédica:
http://www.ethics.ubc.ca/resources/biomed/
http://www.who.ch/pll/dsa/cat95/ethic5.htm#inter
http://www.ethics.ubc.ca/resources/biomed/
http://ccme.mac4.bsd.uchicago.edu/CCMEDocs/Others
Loma Linda University’s Center for Christian Bioethics:
http://www.llu.edu/llu/bioethics
Sobre ética médica clínica:
http://www.ccme-mac4.bsd.uchicago.edu/
CCMEHomePage.html
Sobre proteção de sujeitos humanos:
http://www.er.doe.gov/production/ober/
HELSRD_top.html
http://www.nih.gov/grants/oprr/oprr.htm
http://www.dc.peachnet.edu/~shale/humanities/composition/assignments/experiment/general.html
O Código de Nuremberg:
http://www.ushmm.org/research/doctors/Nuremberg_Code.htm
Psicologia:
http://www.usask.ca/psychology/ethics.html
Autora: Beverly Rumble é editora do The Journal of Adventist Education. É também secretária da The Christian View of Human Life Committee da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Seu endereço postal: 12501 Old Columbia Pike; Silver Spring, Maryland 20904; E.U.A.

Notas e referências

1. M. H. Pappworth, Human Guinea Pigs (Boston: n.p., 1967), pág. 61.
2. James H. Jones, Bad Blood: The Tuskegee Syphlis Experiment (New York: The Free Press, 1981).
3. Depois de uma investigação de dois anos, o deputado por Massachusetts Edward Markey, em 1986, publicou uma reportagem dando detalhes de experimentos, intitulada “American Nuclear Guinea Pigs: Three Decades of Radioactive Experiments on U.S. Citizens”. Markey afirmou que funcionários tinham realizado experimentos “repugnantes” e “bizarros” em pacientes de hospitais, presidiários e centenas de outros que “poderiam não ter retido sua plena faculdade para consentimento informado.” Descrito por Debra D. Durocher em “Radiation Redux”, American Journalism Review, 16 (Março de 1994), 2:35.
4. Dolf Zillman e Jennings Bryant, “Pornography, Sexual Callousness, and the Trivialization of Rape”, Journal of Communication 32 (Outono de 1982), 4:11.
5. L. Festinger, H. W. Riecken e S. Schachter, When Prophecy Fails (Minneapolis: University of Minneapolis Press, 1956), relatado por Joan Cassell, “Harms, Benefits, Wrongs, and Rights in Fieldwork”, em Joan E. Sieber, ed., The Ethics of Social Research (New York: Springer-Verlag, 1982), pág. 25.
6. Paul E. Freund, Experimentation With Human Subjects (New York: George Braziller, 1970), pág. xiii.
7. Dorothy Nelkin, “Forbidden Research: Limits to Inquiry in the Social Sciences,” in Tom L. Beauchanp, et al., Ethical Issues in Social Science Research (Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1982), pág. 163.
8. Paul Ramsey, citado em David Rothman, Strangers at the Bedside: A History of How Law and Bioethics Transformed Medical Decision Making (Basic Books, 1991), pág. 96.
9. O texto do código: “Sob nenhuma circunstância se permite a um médico fazer algo que enfraqueça a resistência física ou mental de um ser humano, exceto quando houver indicações terapêuticas e profiláticas impostas no interesse de seu paciente” (citado por Charles Curran, Issues in Sexual and Medical Ethics [Notre Dame: University of Notre Dame Press, 1978], pág. 77).
10. Robert C. Mortimer, “The Standards of Moral Right and Wrong”, in Raziel Abelson and Marie-Louise Friquegnon, Ethics for Modern Life (New York: St. Martin’s Press, 1991), pág. 17.
11. Ellen G. White, Educação (Tatuí, S. Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1977), pág. 17.
12. Comunicação pessoal de John Wesley Taylor, Ph.D., Diretor de Pesquisa da Universidade de Montemorelos, México, fevereiro 24, 1994.
13. Curran, pág. 87.
14. Hans Jonas, “Philosophical Reflections on Experimenting, With Human Subjects,” em Experimentation With Human Subjects, págs.18-22; citado por Curran, pág. 87.
15. Curran, pág. 89.
16. The National Commission for the Protection of Human Subjects of Biomedical and Behavioral Research, “The Belmont Report: Ethical Principles and Guidelines for the Protection of Human Subjects in Research” (OPRR Reports, abril 18, 1979), pág. 4.
17. David D. Rutstein, “The Ethical Design of Human Experiments”, em Freund, pág. 363.
18. Charles Fried, Medical Experimentation: Personal Integrity and Social Policy (Amsterdam: North-Holland Publ. Co., 1974), págs. 25-27.
19. Ibid., pág. 42.
20. John Fletcher, “Realities of Patient Consent to Medical Research”, Hastings Center Studies 1 (1973), 1:39-49.
21. Alan C. Elms, “Keeping Deception Honest: Justifying Conditions for Social Scientific Research Stratagems”, em Tom L. Beauchamp, et al., Ethical Issues in Social Science Research (Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1982), págs.235, 236.
22. W. A. Parent, “Privacy, Morality, and the Law”, em Joan C. Callahan, ed., Ethical Issues in Professional Life (New York: Oxford University Press, 1988), pág. 220.
23. Ver, por exemplo, Clifford G. Christians e Catherine L. Covert, Teaching Ethics in Journalism Education (Briarcliff Manor, N.Y.: The Hastings Center, 1980); Rena A. Gorlin, ed., Codes of Professional Responsibility (Washington, D.C.: The Bureau of National Affairs, Inc., 1990); “American Psychological Association Ethics Committee, Rules and Procedures”, American Pshychologist 47:12, págs. 1612-1628.

#22 Hugo Hoffmann em 01.08.08, 15:27

Estava eu lendo um livro onde encontrei algo que quero compartilhar com vocês, caros colegas de discussão, que independente do ponto de vista, tem interesse sincero no assunto e no esclarecimento de muitas duvidas.

“Foi lançada uma luz interessante sobre o assunto partindo-se da existência de gêmeos idênticos, que se desenvolvem de um único óvulo fertilizado. Bem, no início do desenvolvimento (supõe-se que no estágio de duas células), o embrião se divide, resultando em dois embriões distintos com seqüências de DNA idênticas. Nenhum teólogo alegaria que gêmeos idênticos não têm alma ou que partilham de uma única alma. Logo, nesses casos, a insistência de que a natureza espiritual de uma pessoa é definida exclusivamente no exato instante da concepção esbarra numa dificuldade.”

(Francis S. Collins, A Linguagem de Deus, p.253)

#23 Eduardo em 08.09.08, 1:29

Apesar de ter lido esse livro não me lembrava desse parágrafo. Excelente citação.

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