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	<title>Comentários sobre: mitos, tambores e adoração</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>Por: Fábio</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4183</link>
		<dc:creator>Fábio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 18:33:43 +0000</pubDate>
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		<description>Como novo convertido deixei com livre e espontânea vontade de ouvir as músicas que eram habituais aos meus ouvidos.
Foi o verdadeiro milagre as mudanças de estilo de vida que o sangue derramado de Jesus me proporcionou.
Antes, a minha irmã falava sobre Deus, eu sabia que o único caminho de salvação era Jesus, mas as enormes diferenças que existiam na minha vida mundana para a vida da minha irmã me faziam não desejar entregar a minha vida para Jesus, pois não conseguia me ver tendo uma vida completamente diferente.
Mas quando muito precisei, o Senhor me recebeu de braços abertos e imediatamente me livrou do vicio que durava 12 anos e havia começado junto com o rock, quando parecia uma coisa inocente escutar &quot;Planet Hemp&quot; e fumar maconha.
Depois de passar 12 anos ouvindo e buscando de uma forma não natural conhecer diversos tipos de bandas e estilos, vim para Jesus e liberto da escravidão simplismente descobri que todas aquelas músicas eram um amontoado de verdadeiro lixo, principalmente porque tinham se tornado verdadeiros ídolos e dominavam a minha vida e a minha mente.
Reconheço que não sou músico e não conheço tanto, parece que esse assunto para os que conhecem mais tornou-se um prato cheio, e nos ministérios de louvor e adoração em primeiro lugar que a orientação do Espírito Santo tome conta de tudo, acima do entendimento dos homens.
Hoje eu vejo a vida na terra como passageira, e como passageiro, tudo passa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como novo convertido deixei com livre e espontânea vontade de ouvir as músicas que eram habituais aos meus ouvidos.<br />
Foi o verdadeiro milagre as mudanças de estilo de vida que o sangue derramado de Jesus me proporcionou.<br />
Antes, a minha irmã falava sobre Deus, eu sabia que o único caminho de salvação era Jesus, mas as enormes diferenças que existiam na minha vida mundana para a vida da minha irmã me faziam não desejar entregar a minha vida para Jesus, pois não conseguia me ver tendo uma vida completamente diferente.<br />
Mas quando muito precisei, o Senhor me recebeu de braços abertos e imediatamente me livrou do vicio que durava 12 anos e havia começado junto com o rock, quando parecia uma coisa inocente escutar &#8220;Planet Hemp&#8221; e fumar maconha.<br />
Depois de passar 12 anos ouvindo e buscando de uma forma não natural conhecer diversos tipos de bandas e estilos, vim para Jesus e liberto da escravidão simplismente descobri que todas aquelas músicas eram um amontoado de verdadeiro lixo, principalmente porque tinham se tornado verdadeiros ídolos e dominavam a minha vida e a minha mente.<br />
Reconheço que não sou músico e não conheço tanto, parece que esse assunto para os que conhecem mais tornou-se um prato cheio, e nos ministérios de louvor e adoração em primeiro lugar que a orientação do Espírito Santo tome conta de tudo, acima do entendimento dos homens.<br />
Hoje eu vejo a vida na terra como passageira, e como passageiro, tudo passa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: joêzer</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4103</link>
		<dc:creator>joêzer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 12:32:26 +0000</pubDate>
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		<description>caro Evandro,
o texto é pequeno para o tamanho do assunto. mas em poucas palavras procurei contextualizar o possível. eu não disse que elvis é um casamento do country com o gospel. eu me referi ao estilo de rock que era praticado nos anos 1950, cuja origem é essa que indiquei (aliás, não eu, mas os historiadores do rock, como David Friedlander em A história social do rock).
o que escrevi: &quot;Os acordes básicos, a simplicidade inicial (Elvis Presley, Little Richard, Bill Haley), têm raízes no country. A marcação rítmica e a melodia tiveram influência do gospel e do blues&quot;.
Ray Charles formatou o que se chama de soul music tomando o estilo do black gospel e acrescentando letras de duplo sentido (e outras influências estilísticas).
nesse e em outros casos, certamente ocorre o que você disse: ninguém acorda e diz &quot;vou fazer o blues, o jazz&quot; ou outro estilo qualquer. o tempo se encarrega de fazer as formas musicais virarem produtos históricos.
concordo com você quanto à educação musical necessária para os compositores cristãos e que esses mesmos compositores busquem o estudo diligente da Bíblia e da interpretação profética.
abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro Evandro,<br />
o texto é pequeno para o tamanho do assunto. mas em poucas palavras procurei contextualizar o possível. eu não disse que elvis é um casamento do country com o gospel. eu me referi ao estilo de rock que era praticado nos anos 1950, cuja origem é essa que indiquei (aliás, não eu, mas os historiadores do rock, como David Friedlander em A história social do rock).<br />
o que escrevi: &#8220;Os acordes básicos, a simplicidade inicial (Elvis Presley, Little Richard, Bill Haley), têm raízes no country. A marcação rítmica e a melodia tiveram influência do gospel e do blues&#8221;.<br />
Ray Charles formatou o que se chama de soul music tomando o estilo do black gospel e acrescentando letras de duplo sentido (e outras influências estilísticas).<br />
nesse e em outros casos, certamente ocorre o que você disse: ninguém acorda e diz &#8220;vou fazer o blues, o jazz&#8221; ou outro estilo qualquer. o tempo se encarrega de fazer as formas musicais virarem produtos históricos.<br />
concordo com você quanto à educação musical necessária para os compositores cristãos e que esses mesmos compositores busquem o estudo diligente da Bíblia e da interpretação profética.<br />
abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Evandro Costa de Oliveira</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4101</link>
		<dc:creator>Evandro Costa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 02:24:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eoqha.net/?p=1605#comment-4101</guid>
		<description>Errata:
1) Na parte do exemplo da sinf. do Beethoven:

&quot;de modo, que nem mesmo seria possível ouvir a parte do coral no 4º&quot;

Subistitua o &quot;possível&quot; por &quot;preciso&quot;.


2) A &quot;casa&quot;, referida para (piano, bateria, violão, baixo..), na verdade é &quot;cozinha&quot;.

3) Na conclusão. Se não temos opinião. Logo, isso quer dizer, que não estamos capacitados a &quot;votar&quot;, ou se &quot;manifestar&quot; quanto ao que está &quot;certo&quot; ou &quot;errado&quot; (odeio essas terminologias). Ou dizer que tem ou não razão. Pois uma vez que não se entende, naõ se tem juizo; a pessoa se torna apenas um fantoche que é levado pela opinião dos outros, especialmente, aquela que mais lhe satisfação seus desejos e ambições.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Errata:<br />
1) Na parte do exemplo da sinf. do Beethoven:</p>
<p>&#8220;de modo, que nem mesmo seria possível ouvir a parte do coral no 4º&#8221;</p>
<p>Subistitua o &#8220;possível&#8221; por &#8220;preciso&#8221;.</p>
<p>2) A &#8220;casa&#8221;, referida para (piano, bateria, violão, baixo..), na verdade é &#8220;cozinha&#8221;.</p>
<p>3) Na conclusão. Se não temos opinião. Logo, isso quer dizer, que não estamos capacitados a &#8220;votar&#8221;, ou se &#8220;manifestar&#8221; quanto ao que está &#8220;certo&#8221; ou &#8220;errado&#8221; (odeio essas terminologias). Ou dizer que tem ou não razão. Pois uma vez que não se entende, naõ se tem juizo; a pessoa se torna apenas um fantoche que é levado pela opinião dos outros, especialmente, aquela que mais lhe satisfação seus desejos e ambições.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Evandro Costa de Oliveira</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4100</link>
		<dc:creator>Evandro Costa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 02:03:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eoqha.net/?p=1605#comment-4100</guid>
		<description>&quot;carece de contextualidade social e histórica&quot;

Olha essas guerras de terminologia nunca são convenientes para se tratar de música, especialmente quando se quer estudar a origem de um &quot;estilo&quot; (vamos assim dizer). Pois, não teve um dia que o cara acordou e pensou: &quot;Hoje eu vou inventar o rock, ou o blues...&quot;

Ao mesmo tempo, a significancia do termo &quot;gospel&quot; no caso é bem questionável. Elvis é um exemplo do casamento do gospel com o country? Falta estudar sua história e averiguar que até certa fase da vida ele fazia parte de grupos cristãos cantando músicas da religião (o que talvez você coloca como &quot;gospel&quot;). Mas bem, em sua história, ele se envolveu com &#039;outras pessoas e grupos&#039;, quando passou a seguir sua carreira; ele inventou um estilo? Ou apenas pegou aquilo que vinha fazendo sucesso, no popular da época no contexto norte-americano e aumentou a intensidade, aplicando suas particularidades? (isso seria a raíz do Rock?)

De fato, dizer que um instrumento do tipo &#039;tambor&#039; (drums) em si tem algo mistico, és um absurdo - a primeira vista. Assim, como dizer que ele só é usado para promover um certo tipo de hipinóse e sedução ritmica nas pessoas, também é um absurdo. O que dizer do grande Handel, Haynd que usavam timpanos, surdos... em muitas das suas composições extremamentes sacras; entre elas, a famosa Hallelluja, da cantata Messiah.

Contudo, há uma diferença infinita (matematicamente falando) entre o uso dos tambores nessas músicas sacras, e mesmo nas muitas obras orquestradas que vemos e para com aquelas que hoje, mais convencionalmente, se usa a bateria.

Que diferença? Bem, para começar, em geral, os bateristas nem usam &quot;uma partitura&quot;. Se é obrigatório? Não. Mas o que isso quer dizer? Numa orquestração de música, você encaixa o instrumento em seus valores musicais, sonoros, efeitos, expressão, de modo exato, dentro do contexto da música, de forma unida com a idéia para com todo o restante dos instrumentos, no ponto x, y, z, ... Há quem faça isso sem partitura. (não o conheço). Bem, o baterista convencional, por via de regra, praticamente, segue seu feeling, toca aquilo que dá na telha tocar; muitas vezes, alguns apenas marcão o tempo e ritmo da música. (algo desnecessário; fora que qualquer outro instrumento pode fazer isso. Além do piano, que também é considerado um instrumento percussionista.)

Bem, qual é o problema então?
O grande problema é algo bem simples: &quot;Intepretação musical&quot;. E o grande triste fato, é que pouquissimos cristãos, aliás, pouquissimos &#039;músicos&#039; (quem &#039;toca&#039; ou &#039;bate&#039; alguma coisa) estudaram, e desenvolveram seu ouvido e mente para isso.

Não estou dizendo que &#039;se deve copiar as músicas eruditas&#039; (ou algo do tipo). Mas quem sabe interpretar musica, consegue ver muito claramente o GRANDE SERMÃO que é a 9ª Sinfonia de Beethoven por exemplo, de modo, que nem mesmo seria possível ouvir a parte do coral no 4º movimento; e conseguiriam desenvolver várias páginas apenas sobre a &quot;mensagem que Beethoven deu com essa música&quot;. Por que? (1) a música foi feita para isso, para dar uma mensagem. (2) a pessoa sabe interpretar.

Mas o que acontece então? Bem, peguemos uma música popular cristão (ou gospel, se preferir); retire o vocal e a letra da música; deixa só o instrumental, normalmente tocado por um piano/teclado, violão, guitarra, baixo e bateria (a famosa &quot;casa&quot; que a música popular (inclui jazz, blues...) inventou); deixe só eles tocando, a música inteira. E no final, quantos saberiam interpretar o que tocar? Que mensagem deram? Quantas páginas conseguiria escrever apenas descrevendo &quot;esse sermão que ouviu&quot;?

Provavelmente, nada, ou começaria a &quot;inventar&quot; e falar coisas subjetivas do tipo &quot;foi o que senti na hora&quot; - entrando no campo do relativismo. E aí entramos naquela discussão da Psicologia da Educação, no qual compreendemos claramente que &quot;não houve um relacionamento educativo&quot; pois &quot;não houve comunicação de sentido&quot;.

Por que isso ocorre? Porque o arranjo/orquestração ou até mesmo a música (parte instrumental, vamos assim dizer) não foram compostos com o objetivo de transmitir em si, uma mensagem clara e objetiva. Porque provavelmente o arranjador também não sabe intepretar.

....

Bem. De fato, não faz parte da educação brasileira a educação musical. Aliás, pouquissimas são as igrejas (sobretudo adventistas) que também fazem isso. Até mesmo, poucas são as escolas e cursos de música que ensinam isso; pois não faz parte da cultura popular dos dias de hoje.

E por fim, temos uma total VAGACIDADE. Nem o músico que &quot;defende&quot; o &quot;estilo&quot; entende, a coisa se torna vaga e subjetiva. E nem o que &quot;não defente&quot; entende; e ai fica correndo &quot;atrás de argumentos&quot;, também absurdos.

Porque nenhum dos &quot;2 lados&quot; tem o que Beethoven chama de &quot;alma&quot; (pessoas que conseguem ler a arte, sem enrolação, de forma objetiva e clara). E em guerra onde o vago é a questão e a arma, não se chega a lugar nenhum.

Ao meu ver, &quot;assunto polêmico&quot; que irá se eternizar até a volta de Jesus. E não porque não tem resposta. Mas creio que só haverá &quot;algum verdadeiro resultado&quot; no sentido de &quot;fim da polêmica&quot;; quando as pessoas, especialmente as que se dizem cristãs, passarem a ter uma educação musical sólida, verdadeira e profunda; de modo a saber interpretar a música. Ou então, desenvolver bem a razão e o relacionamento para com Deus, pois assim, também é possível se orientar quanto a música.

.....

Poucas palavras são essas para um assunto tão profundo e maravilhoso. Mas aqui, fica meu alerta e consideração reflexivo para o assunto. Se buscamos respostas dos outros sobre música, é porque nós mesmos não entendemos a música, não fazemos juízo, logo não temos razão, nem discernimento, nem opinião.

Abraços.

Fiquem com Deus.

Evandro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;carece de contextualidade social e histórica&#8221;</p>
<p>Olha essas guerras de terminologia nunca são convenientes para se tratar de música, especialmente quando se quer estudar a origem de um &#8220;estilo&#8221; (vamos assim dizer). Pois, não teve um dia que o cara acordou e pensou: &#8220;Hoje eu vou inventar o rock, ou o blues&#8230;&#8221;</p>
<p>Ao mesmo tempo, a significancia do termo &#8220;gospel&#8221; no caso é bem questionável. Elvis é um exemplo do casamento do gospel com o country? Falta estudar sua história e averiguar que até certa fase da vida ele fazia parte de grupos cristãos cantando músicas da religião (o que talvez você coloca como &#8220;gospel&#8221;). Mas bem, em sua história, ele se envolveu com &#8216;outras pessoas e grupos&#8217;, quando passou a seguir sua carreira; ele inventou um estilo? Ou apenas pegou aquilo que vinha fazendo sucesso, no popular da época no contexto norte-americano e aumentou a intensidade, aplicando suas particularidades? (isso seria a raíz do Rock?)</p>
<p>De fato, dizer que um instrumento do tipo &#8216;tambor&#8217; (drums) em si tem algo mistico, és um absurdo &#8211; a primeira vista. Assim, como dizer que ele só é usado para promover um certo tipo de hipinóse e sedução ritmica nas pessoas, também é um absurdo. O que dizer do grande Handel, Haynd que usavam timpanos, surdos&#8230; em muitas das suas composições extremamentes sacras; entre elas, a famosa Hallelluja, da cantata Messiah.</p>
<p>Contudo, há uma diferença infinita (matematicamente falando) entre o uso dos tambores nessas músicas sacras, e mesmo nas muitas obras orquestradas que vemos e para com aquelas que hoje, mais convencionalmente, se usa a bateria.</p>
<p>Que diferença? Bem, para começar, em geral, os bateristas nem usam &#8220;uma partitura&#8221;. Se é obrigatório? Não. Mas o que isso quer dizer? Numa orquestração de música, você encaixa o instrumento em seus valores musicais, sonoros, efeitos, expressão, de modo exato, dentro do contexto da música, de forma unida com a idéia para com todo o restante dos instrumentos, no ponto x, y, z, &#8230; Há quem faça isso sem partitura. (não o conheço). Bem, o baterista convencional, por via de regra, praticamente, segue seu feeling, toca aquilo que dá na telha tocar; muitas vezes, alguns apenas marcão o tempo e ritmo da música. (algo desnecessário; fora que qualquer outro instrumento pode fazer isso. Além do piano, que também é considerado um instrumento percussionista.)</p>
<p>Bem, qual é o problema então?<br />
O grande problema é algo bem simples: &#8220;Intepretação musical&#8221;. E o grande triste fato, é que pouquissimos cristãos, aliás, pouquissimos &#8216;músicos&#8217; (quem &#8216;toca&#8217; ou &#8216;bate&#8217; alguma coisa) estudaram, e desenvolveram seu ouvido e mente para isso.</p>
<p>Não estou dizendo que &#8216;se deve copiar as músicas eruditas&#8217; (ou algo do tipo). Mas quem sabe interpretar musica, consegue ver muito claramente o GRANDE SERMÃO que é a 9ª Sinfonia de Beethoven por exemplo, de modo, que nem mesmo seria possível ouvir a parte do coral no 4º movimento; e conseguiriam desenvolver várias páginas apenas sobre a &#8220;mensagem que Beethoven deu com essa música&#8221;. Por que? (1) a música foi feita para isso, para dar uma mensagem. (2) a pessoa sabe interpretar.</p>
<p>Mas o que acontece então? Bem, peguemos uma música popular cristão (ou gospel, se preferir); retire o vocal e a letra da música; deixa só o instrumental, normalmente tocado por um piano/teclado, violão, guitarra, baixo e bateria (a famosa &#8220;casa&#8221; que a música popular (inclui jazz, blues&#8230;) inventou); deixe só eles tocando, a música inteira. E no final, quantos saberiam interpretar o que tocar? Que mensagem deram? Quantas páginas conseguiria escrever apenas descrevendo &#8220;esse sermão que ouviu&#8221;?</p>
<p>Provavelmente, nada, ou começaria a &#8220;inventar&#8221; e falar coisas subjetivas do tipo &#8220;foi o que senti na hora&#8221; &#8211; entrando no campo do relativismo. E aí entramos naquela discussão da Psicologia da Educação, no qual compreendemos claramente que &#8220;não houve um relacionamento educativo&#8221; pois &#8220;não houve comunicação de sentido&#8221;.</p>
<p>Por que isso ocorre? Porque o arranjo/orquestração ou até mesmo a música (parte instrumental, vamos assim dizer) não foram compostos com o objetivo de transmitir em si, uma mensagem clara e objetiva. Porque provavelmente o arranjador também não sabe intepretar.</p>
<p>&#8230;.</p>
<p>Bem. De fato, não faz parte da educação brasileira a educação musical. Aliás, pouquissimas são as igrejas (sobretudo adventistas) que também fazem isso. Até mesmo, poucas são as escolas e cursos de música que ensinam isso; pois não faz parte da cultura popular dos dias de hoje.</p>
<p>E por fim, temos uma total VAGACIDADE. Nem o músico que &#8220;defende&#8221; o &#8220;estilo&#8221; entende, a coisa se torna vaga e subjetiva. E nem o que &#8220;não defente&#8221; entende; e ai fica correndo &#8220;atrás de argumentos&#8221;, também absurdos.</p>
<p>Porque nenhum dos &#8220;2 lados&#8221; tem o que Beethoven chama de &#8220;alma&#8221; (pessoas que conseguem ler a arte, sem enrolação, de forma objetiva e clara). E em guerra onde o vago é a questão e a arma, não se chega a lugar nenhum.</p>
<p>Ao meu ver, &#8220;assunto polêmico&#8221; que irá se eternizar até a volta de Jesus. E não porque não tem resposta. Mas creio que só haverá &#8220;algum verdadeiro resultado&#8221; no sentido de &#8220;fim da polêmica&#8221;; quando as pessoas, especialmente as que se dizem cristãs, passarem a ter uma educação musical sólida, verdadeira e profunda; de modo a saber interpretar a música. Ou então, desenvolver bem a razão e o relacionamento para com Deus, pois assim, também é possível se orientar quanto a música.</p>
<p>&#8230;..</p>
<p>Poucas palavras são essas para um assunto tão profundo e maravilhoso. Mas aqui, fica meu alerta e consideração reflexivo para o assunto. Se buscamos respostas dos outros sobre música, é porque nós mesmos não entendemos a música, não fazemos juízo, logo não temos razão, nem discernimento, nem opinião.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>Fiquem com Deus.</p>
<p>Evandro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: flavia</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4098</link>
		<dc:creator>flavia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 18:34:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eoqha.net/?p=1605#comment-4098</guid>
		<description>Deus separou seu povo, não para que fossemos uma raça superior e sim para mostrar que somos diferentes.
Devemos ter cuidado para não ficar dividido, um pé na igreja outro no mundo.
A cada dia devemos refletir a Gloria de Deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deus separou seu povo, não para que fossemos uma raça superior e sim para mostrar que somos diferentes.<br />
Devemos ter cuidado para não ficar dividido, um pé na igreja outro no mundo.<br />
A cada dia devemos refletir a Gloria de Deus.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Alvarez</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4038</link>
		<dc:creator>Daniel Alvarez</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 19:22:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eoqha.net/?p=1605#comment-4038</guid>
		<description>Parabens pelo artigo. Realmente muito equilibrado e informativo. Sempre pensei que a origem de um estilo não era a razão fundamental para elegi-lo ou não para a adoração e depois de ler seu artigo concluo que simplesmente há ritmos que não elevam o espírito, que la conjunção ente ritmo, melodia e letra é importantíssima e que devemos escolher com muito cuidado a musica realmente edificante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens pelo artigo. Realmente muito equilibrado e informativo. Sempre pensei que a origem de um estilo não era a razão fundamental para elegi-lo ou não para a adoração e depois de ler seu artigo concluo que simplesmente há ritmos que não elevam o espírito, que la conjunção ente ritmo, melodia e letra é importantíssima e que devemos escolher com muito cuidado a musica realmente edificante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo Góes</title>
		<link>http://eoqha.net/musica/mitos-tambores-e-adoracao/comment-page-1/#comment-4029</link>
		<dc:creator>Gustavo Góes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 13:50:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eoqha.net/?p=1605#comment-4029</guid>
		<description>Muito bom o artigo... Equilibrado, consciente e sem nenhum tipo de resposta conclusiva para um assunto que não está encerrado. Todavia, com a exposição de que princípio não é relativo.

Viva a música! Viva a adoração!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o artigo&#8230; Equilibrado, consciente e sem nenhum tipo de resposta conclusiva para um assunto que não está encerrado. Todavia, com a exposição de que princípio não é relativo.</p>
<p>Viva a música! Viva a adoração!</p>
]]></content:encoded>
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