#121 Jornalismo Cristão

“Para que serve um jornal? Um jornal serve para servir”, assim definiu o jornalista TT. Catalão em seu épico texto. Como cristãos e jornalistas perguntamos “O que muda no cristão?” Quem responde é o diretor associado de comunicação da Igreja Adventista em nível mundial, Williams Costa Jr.

(esse episódio celebra o dia 7 de Abril - Dia do )


4 Comentários

  1. carlos henrique escreveu no dia 10 Abril, 2008 | Permalink

    O Matheus pediu que postasse meu comentário… então lá vai!
    Acho que devemos refletir sobre jornalismo cristão e suas formas. Especialmente, aqui nessa hora, a forma. E aqui, refiro-me em especial ao blog. Essa é uma ferramenta que ainda é muito autoral, seja na entrevista em vídeo que é postada, seja na opinião de quem empresta seu nome ao blog. Ou seja: alguém afirma algo que oferece o contraditório já na apresentação do material. Os dois ou mais lados da mesma informação no corpo do primeiro texto… Abrir espaço para isso nos comentários, entendo, seja um acréscimo às visões já cotejadas no material inicial…

  2. João Batista da Silv escreveu no dia 21 Abril, 2008 | Permalink

    Sobre o comentário do Pr. Costa Jr., diria que o jornalismo cristão, tem sim uma responsabilidade social, alem da de dar apenas boas noticias. Isto porque, sem um jornalismo que vise a informação sem por em pratica o lado social que tem a igreja cristã, nada adianta.Como pastor e jornalista, tenho esta opinião.

  3. Ruben Holdorf escreveu no dia 3 Maio, 2008 | Permalink

    O dia 7 de abril é o Dia do Jornalista e não “do Jornalismo”. Trata-se de uma homenagem ao profissional e não à profissão. São situações diferentes. O profissional é o elemento responsável pela manutenção das liberdades contemporâneas e não a profissão.

  4. Ana Raquel escreveu no dia 17 Junho, 2008 | Permalink

    Complicado dizer que o jornalismo cristão tem o exclusivo papel de comunicar notícias ‘boas’. Aliás, o que é ‘bom’? Se este papel limita-se em fazer as vezes de comunicador institucional, melhor seria, portanto, criar uma grande assessoria de imprensa e não uma agência de notícias.

    Como nosso colega explicitou acima, certamente os ‘lados’ da história se comprometem e tornam-se coadjuvantes quando temos que divulgar apenas o que a Instituição promove pelo mundo.

    Té mais!

POSTE UM COMENTÁRIO

Seu email nunca será publicado ou compartilhado.
Campos obrigatórios estão marcados com um *

*
*

CATEGORIAS