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	<title>éoqhá &#187; filosofia</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>Música cristã no século 21: um “cântico novo” ou repetição do passado?</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 23:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Mota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Não existe música cristã, só existe letra cristã.* A afirmação não é minha, e seu autor recorre ao texto bíblico para oferecer evidências. De acordo com ele, a maior prova está no fato de que a Bíblia traz até nós apenas as letras, e nenhuma partitura das muitas canções cantadas nos tempos de Israel. Assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1370" title="d509" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/04/d509.jpg" alt="d509" width="590" height="264" /></p>
<p>Não existe <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> cristã, só existe letra cristã.* A afirmação não é minha, e seu autor recorre ao texto bíblico para oferecer evidências. De acordo com ele, a maior prova está no fato de que a Bíblia traz até nós apenas as letras, e nenhuma partitura das muitas canções cantadas nos tempos de Israel. Assim, a mensagem das músicas religiosas seria, em muitos sentidos, eterna, atravessando séculos e séculos. A <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a>, no entanto, por seu fator cultural, ficaria fora dos princípios imutáveis da Lei de Deus, e até mesmo das tradições religiosas judaico-cristãs que atravessaram os séculos.</p>
<p>Encontrei esta hipótese num  livro de Rick Warren, pastor da famosa igreja de Saddleback, nos Estados Unidos, cujo plano <span id="more-1369"></span>das 40 madrugadas de oração virou coqueluche em 9 entre 10 denominações evangélicas. Inclusive a adventista. Como? A igreja adventista, influenciada por idéias evangelísticas atuais? Advindas de outras denominações?</p>
<p>Minha ironia se justifica pela existência de um grupo, entre os adventistas, que ataca toda e qualquer <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> adventista que denote sofrer influência da <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> evangélica de outras denominações. Alguns vão mais longe, e atacam qualquer relação que a <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> religiosa atual tenha com as linguagens musicais do tempo presente. Esta postura, porém, parece descabida quando se faz uma análise de outros aspectos da vida religiosa.</p>
<p>Igrejas são construídas de acordo com parâmetros arquitetônicos correntes, nas escolas segue-se a filosofia da educação adventista sem perder de vista a teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner, os membros da igreja vestem-se de acordo com a moda atual (ainda não encontrei ninguém usando as vestimentas do século 19 que se vêem nas fotos de Ellen White), e o nosso prato vegetariano de cada dia não é mais feito em fogões a lenha, e às vezes é até mesmo descongelado em fornos de microondas.</p>
<p>Só mesmo aos músicos, é delegada a impossível tarefa de viver no século 21 de acordo com costumes de dois ou três séculos atrás. Eles devem ser capazes de desempenhar suas funções sem nenhuma relação com qualquer linguagem <a href="http://eoqha.net/tag/musical/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Musical">musical</a> da atualidade. Parecem lhes restar apenas duas opções: a primeira, é compor e interpretar a partir de referências barrocas ou clássicas, sem qualquer relação com as linguagens musicais da nossa era. Isso corresponderia a pedir que os escritores, jornalistas e publicitários cristãos de hoje usassem o português de Camões para escrever. A outra alternativa é deixar de produzir coisas novas, abandonando a criatividade outorgada por Deus. Simplesmente continuar repetindo linguagens musicais consagradas pelo tempo – o que corresponde a cantar ad eternum as marchas do século 19 que compõem os tradicionais hinários protestantes.</p>
<p>Não me parece justo que pessoas que vivem suas vidas conforme os padrões do século 21, desejem exigir dos músicos uma existência de reclusão e eremitismo. Sim, a vida cristã hoje em dia apresenta enormes desafios. Como achar  equilíbrio entre a sobrevivência na sociedade que nos cerca, e uma vida de acordo com os padrões cristãos de comportamento? Não é uma questão de fácil resposta. Porém, o fato permanece: não há fórmulas no evangelho. Cada um deve descobrir individualmente o caminho para tornar-se mais semelhante a Jesus, já que no “grande e terrível dia do juízo,” cada um responderá da mesma forma: individualmente.</p>
<p>Todos os ministérios de hoje enfrentam, de alguma forma, o dilema que está diante dos músicos cristãos: como encontrar um equilíbrio entre cantar/tocar/compor para “judeus e não-judeus?” Esta é uma busca antiga, e diante dela o apóstolo Paulo escreveu: “E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus…. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo)…. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (I Cor. 9: 20-22).</p>
<p>É um desafio extraordinário, e, no entanto, discussões vazias e idéias pré-concebidas não vão ajudar no processo de supera-lo. A solução, como sempre, vem de Deus, que deixou a cada cristão a seguinte promessa: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente.” (Tiago 1:5).</p>
<p>*WARREN, Rick. The Purpose Driven Life. Grand Rapids: Zondervan, 2002.</p>
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		<title>Felicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das melhores propagandas dos últimos tempos era de um cartão de crédito. Em meio a valores de certos itens (bola: ‘x’ reais, chuteira: ‘x’ reais, etc.) era incluída uma cena de valor sentimental (o filho jogando bola com seu pai) e o anúncio terminava com ‘tal coisa’ “não tem preço, mas para todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-621" title="Felicidade" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/09/felicidade.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p>Uma das melhores propagandas dos últimos tempos era de um cartão de crédito. Em meio a valores de certos itens (bola: ‘x’ reais, chuteira: ‘x’ reais, etc.) era incluída uma cena de valor sentimental (o filho jogando bola com seu pai) e o anúncio terminava com ‘tal coisa’ “não tem preço, mas para todas as outras existe ‘x’”. A expressão chegou a virar rotina de piadas entre amigos e mesmo declaração de amor entre casais (‘estar com você não tem preço’, ‘ver seu sorriso não tem preço’, etc.).</p>
<p>A felicidade é vendida como uma série de coisas (materiais) e algum sentimento. Isso acontece em momentos pontuais, meio que reafirmando a frase de <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> popular:<span id="more-620"></span> “tristeza não tem fim, felicidade sim”. A vida torna-se um eterno ciclo de comprar, comprar e comprar. Tudo é comprado para aguardar o momento que não tem preço. Afinal, quando ele vier, é preciso estar preparado. Essa não tão nova tendência é chamada de hiperconsumo pelo filósofo francês Gille Lipovetsky.</p>
<p>O principal <a href="http://eoqha.net/tag/problema/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with problema">problema</a> não é o consumo em si, mas o paradoxo que ele cria. O que não tem preço só é alcançado pagando o preço. Resultado? Ansiedade. A espera pelo breve momento de felicidade a torna circunstancial.</p>
<p>Felicidade, entretanto, é mais um processo do que um evento isolado. Curiosamente, no assim chamado Antigo Testamento, a palavra felicidade e a raiz do verbo andar são iguais. Andar significa movimento. Significa ação. A idéia ainda é mais conflitante com a propaganda de cartão de crédito porque a felicidade deixa de ser a culminância, para ser a base. Ser feliz não é o fim, é o início de uma caminhada.</p>
<p>Foto pela <a href="http://flickr.com/photos/library_of_congress/" target="_blank">Biblioteca do Congresso</a></p>
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		<title>Morte</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[É a partir da experiência com a morte que o ser humano passa a buscar respostas para as famosas perguntas existenciais: quem sou, da onde venho, pra onde vou. Curiosamente, ninguém ‘vive’ a própria morte. Experimentamos a nossa morte na morte do outro. Isso é chamado de “outridade” (definição de Octavio Paz). No mínimo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-606" title="morte" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/09/morte.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p>É a partir da experiência com a morte que o ser humano passa a buscar respostas para as famosas <a href="http://eoqha.net/tag/perguntas/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with perguntas">perguntas</a> existenciais: quem sou, da onde venho, pra onde vou. Curiosamente, ninguém ‘vive’ a própria morte. Experimentamos a nossa morte na morte do outro. Isso é chamado de “outridade” (definição de Octavio Paz). No mínimo é irônico. Filosoficamente falando, sua existência é definida pelo seu relacionamento com o outro.<span id="more-605"></span></p>
<p>Em Eclesiastes, livro sapiencial da Bíblia, o autor enfatiza, principalmente nos primeiros seis capítulos, que em face da morte tudo é ‘vapor’, tudo é efêmero, tudo é vão. Ser bom ou mau, fazer o bem ou o mal, no fundo, tanto faz. O fim, a morte, é igual a todos. O eco desse pensamento está exatamente mencionado no trecho poético acima: “a morte é uma certeza invencível” (Ferreira Gullar).</p>
<p>Então por quê vivemos? Porque temos <a href="http://eoqha.net/tag/esperanca/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Esperança">esperança</a> em alguma coisa. Sartre dizia que o existencialismo parte do pressuposto de que fomos abandonados a própria sorte e cita Ponge (outro filósofo francês contemporâneo de Sartre) dizendo: “o homem é o futuro do homem”. De certa forma estamos alienados em relação ao futuro. Uma das maiores influências do existencialismo é essa noção de que como fomos abandonados, o futuro não importa e nem o passado. O presente é que deve construir o que somos. Assim se criou uma geração de desesperança e de hedonismo (Dostoyevsky escreveu: “Se Deus não existe, tudo é permitido”).</p>
<p>Não posso provar que D-s existe e nem consigo explicar a <a href="http://eoqha.net/tag/esperanca/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Esperança">esperança</a> que tenho de que Ele irá recriar esta Terra (Apocalipse 21:1-4; Isaías 65:17), mas se a você tem faltado <a href="http://eoqha.net/tag/esperanca/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Esperança">esperança</a> e sobrado desespero, te encorajo a buscar além de você mesmo a resposta, te encorajo a conhecer a D-s e se relacionar com Ele. Paulo disse: “nada pode nos separar do amor de D-s, nem a morte, nem a vida (&#8230;)” (<a href="http://eoqha.net/tag/romanos/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Romanos">Romanos</a> 8:38-39).</p>
<p>Foto por <a href="http://flickr.com/people/meredithfarmer/" target="_blank">Meredith Farmer</a></p>
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		<title>O Poeta, a arte e a cruz</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/o-poeta-a-arte-e-a-cruz/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 01:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Joêzer Mendonça]]></category>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[redenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez, a crítica teatral Barbara Heliodora disse que as únicas imagens que não podiam ser criticadas eram as imagens reais da natureza. “Ninguém vê um pôr-do-sol e diz: ah, este pôr-do-sol está muito acadêmico”. De fato, para criticar a natureza é preciso níveis absurdos de rabugice. E quando falo natureza me refiro ao que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez, a crítica teatral Barbara Heliodora disse que as únicas imagens que não podiam ser criticadas eram as imagens reais da natureza. “Ninguém vê um pôr-do-sol e diz: ah, este pôr-do-sol está muito acadêmico”. De fato, para criticar a natureza é preciso níveis absurdos de rabugice. <span id="more-526"></span>E quando falo natureza me refiro ao que o ser humano ainda não conseguiu destruir com seu mau gosto: a formação das nuvens, a alvorada, uma colina, uma árvore.</p>
<p>Os céus proclamam a glória da <a href="http://eoqha.net/tag/criacao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criação">criação</a>, cantava Davi, o rei-poeta, quando, maravilhado, ficava a pensar nas obras das mãos criadoras de Deus. Os autores da pequena-grande canção Te Vejo Poeta, João Alexandre e Guilherme Kerr Neto, deviam estar com a mente repleta de lembranças bonitas do contato rotineiro com a natureza. A pontualidade da maré, as nunca enjoativas cores do dia e da noite, o incansável surgir e desaparecer do sol no horizonte; tudo é tão cotidiano que é fácil perder a capacidade de nos maravilharmos com a natureza.</p>
<p>Os compositores estão aí para nos lembrar que o Criador é muito mais do que um arquiteto. É um Poeta. Um Poeta que espelha Seu amor no Filho e espalha Seu dom nos seres criados.</p>
<p><em>Te vejo Poeta quando nasce o dia<br />
E no fim do dia, quando a noite vem<br />
Te vejo Poeta na flor escondida<br />
No vento que instiga mais um temporal</em></p>
<p>A letra da <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> fala de alguém que é capaz de perceber o Poeta revelado nas obras, como um pintor cuja autoria é identificada nas cores e traços de um quadro. O eu-lírico da canção vê a poesia tanto na aurora quanto no entardecer. Isso a canção deixa claro: Deus não está no dia, na noite, no vento, na flor. Antes, é a natureza que manifesta as digitais de um Criador.</p>
<p><em>Te vejo Poeta no andar das pessoas<br />
Nessas coisas boas que a vida me dá<br />
Te vejo Poeta na velha amizade<br />
Na imensa saudade que trago de lá</em></p>
<p>A canção anuncia que há algo mais pra se olhar no andar das pessoas além do balanço de quem vem e que passa a caminho do mar. É o assim caminhar da humanidade, o transitar das pessoas, tão diferentes na aparência, mas tão semelhantes em seus anseios de busca e apreensão de felicidade, de sentido na vida.</p>
<p>Numa época de relações passageiras, líquidas, que escoam pelos desvãos do tempo e da egolatria, o companheirismo de uma longa amizade está se ausentando dos relacionamentos humanos. É que grandes amizades raramente se constroem nos escaninhos do orkut, tampouco na mudança constante de cidade do transitório trabalhador moderno. O rodízio de carros é seguido do rodízio de amigos; nem amigos mais, talvez meros colegas. Na rotatividade enlouquecedora de hoje, a canção celebra a velha amizade ao mesmo tempo em que descreve a saudade dos amigos distantes.</p>
<p>Depois de iniciar com a percepção da obra perfeita revelada na natureza, os autores da canção chegam ao homem, “a coroa da glória da <a href="http://eoqha.net/tag/criacao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criação">Criação</a>”, e após enxergar poesia na vida humana, eles percebem também que os relacionamentos, por mais fraternos e amáveis que sejam, são vítimas da finitude e da saudade. Nesse ponto, pouco restaria a falar do ser humano ou da natureza. A criatura reconhece que há outro painel desenhado. Desta vez, sem raios luminosos, sem noites enluaradas, sem flor, mas pintado com as cores dramáticas do sangue. Porém, para além da tragédia da morte de um Crucificado, os autores vêem beleza na rudeza da cruz, sabedores e beneficiários que são do plano de <a href="http://eoqha.net/tag/redencao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with redenção">redenção</a>.</p>
<p><em>Contudo um poema, Tua obra de <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a><br />
Destaca-se à parte numa cruz vulgar<br />
Custando o suplício do Teu Filho amado<br />
Mais alta expressão do ato de amar</em></p>
<p>Aquele Homem de dores desfigurado pela tortura, cortado da terra dos viventes por causa da transgressão de todos, é parte de um poema difícil de recitar. É um quadro tão terrível e ao mesmo tempo tão belo e misterioso, que não pode ser contado entre os feitos artísticos já enunciados pelo eu-lírico da canção. É uma obra que se destaca à parte porque não é de <a href="http://eoqha.net/tag/criacao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criação">criação</a>, mas de <a href="http://eoqha.net/tag/redencao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with redenção">redenção</a>. Essa obra é de <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a> não por causa dos painéis renascentistas ou quadros barrocos inspirados pelas cenas da cruz vulgar, mas porque é a mais alta expressão do ato de amar, e “ninguém tem maior amor do que esse: o de dar a própria vida em favor de seus amigos”.</p>
<p>A <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a>, assim, está na motivação, concepção e execução do plano. Um plano que faz do Criador o Redentor que experimenta a amizade e a inimizade, a infância e a morte, e troca inexplicavelmente de lugar com a criatura. O Poeta parece escrever algo trágico demais, mas o poema não pode somente falar da árvore, mas também do machado que a corta. A <a href="http://eoqha.net/tag/criacao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criação">criação</a> dá testemunho da <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a> do Poeta; a cruz revela a Sua missão.</p>
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		<title>Quando ele fecha os olhos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sentado ao lado, Com seu rosto marcado Seu olhar profundo, e sua testa sulcada Quando ele fecha os olhos Eu me distraio Observo Disfarço Analiso Divago no que será que está a pensar? Penso nos seus problemas, suas dores, suas lutas, Seus filhos, seus netos, suas noras, seus bisnetos, sua esposa&#8230; Será que essa ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p>Sentado ao lado,<br />
Com seu rosto marcado<br />
Seu olhar profundo, e sua testa sulcada<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Eu me distraio<span id="more-337"></span><br />
Observo<br />
Disfarço<br />
Analiso<br />
Divago no que será que está a pensar?<br />
Penso nos seus problemas, suas dores, suas lutas,<br />
Seus filhos, seus netos, suas noras, seus bisnetos, sua esposa&#8230;<br />
Será que essa ainda está ao seu lado?<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Fugidamente o vejo pelo reflexo da janela<br />
Será aquilo um sorriso?<br />
Talvez ele se contentou em aceitar as dificuldades da vida<br />
Talvez ele saiba que em breve irá repousar<br />
Talvez algo mais simples,<br />
A lembrança do cheiro dos cabelos de sua esposa enquanto  eles estavam a se abraçar<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Vê Deus,<br />
Vê o mundo,<br />
Vê o vazio,<br />
Vê profundo,<br />
Vê algo além, algo maior, o que viu não foi em vão<br />
O sorriso daqueles que o amam,<br />
Trazem a ele a certeza da aceitação<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Naquele ônibus vazio<br />
De sobra ele pensa<br />
“Quem é este que está por me observar?”</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>parêntesis</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/parentesis/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 23:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas]]></category>

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		<description><![CDATA[quando o assunto é pecado, sempre aparece, mesmo sem ser convidado, um intruso chamado julgamento prévio. esse tal às vezes vem escondido &#8211; se nos bolsos de paletós bem cortados ou na mochila surrada, não importa -, mas sempre vem. diz-se por aí que é fácil identificar pecados na conduta das pessoas. alguns chegam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>quando o assunto é pecado, sempre aparece, mesmo sem ser convidado, um intruso chamado julgamento prévio. esse tal às vezes vem escondido &#8211; se nos bolsos de paletós bem cortados ou na mochila surrada, não importa -, mas sempre vem. diz-se por aí que é fácil identificar pecados na conduta das pessoas. alguns chegam a se apoiar nas palavras bíblicas &#8220;pelos seus frutos os conhecereis&#8221; (mateus 7:20) para explicar sua atitude covarde e desleal. o que não percebem é que o texto diz &#8220;pelos seus frutos os conhecereis&#8221; e não &#8220;pelos seus frutos os <em>condenareis</em>&#8220;.</p>
<p>condenar tem que ver com pecados, é verdade. palavras ditas, roupas vestidas ou desvestidas, comidas e bebidas, presença em lugares &#8220;impróprios&#8221;, ausências das mais diversas &#8211; isso, segundo a óptica vesga de quem ousa julgar, traduz o completo sentido do que seja pecado e essa é a munição de que precisam para seus ataques grosseiros e intempestivos.</p>
<p>Conhecer é algo totalmente diferente. condenar é fácil, conhecer é difícil. condenar só leva de nós um pouco de saliva e uma dúzia de palavras arrogantes. conhecer exige mais. exige atenção para obervar o todo. exige tempo para a maturação dos frutos (atos). exige espaço para a dúvida. exige humildade para perceber a ignorância. exige ousadia para a repreensão. exige consagração para a intercessão. exige, sobretudo, um milagre: o perdão.</p>
<p>quem simplesmente condena, desconhece a existência de algo errado na vida das pessoas erradas (e uma delas sou eu), algo além de seus muitos pecados: o pecado (em sua essência). desconhecem a existência do vírus que percorre as veias dos atos e até dos pensamentos de todos nós, os azarados escolhidos para viver neste planeta errado.</p>
<p>não faz muito tempo, ouvi a história de uma viagem num trem lotado. era mais um daqueles dias que amanhecem frios e tristes do inverno europeu. em um certo vagão iam pessoas normais, com destinos normais, para atividades normais, em um dia normal. não queriam muita coisa, só o silêncio frio no vagão já lhes bastava. de repente, um choro de criança rouba-lhes o último privilégio. as pessoas acordaram, entreolharam-se, e como se o choro não fosse parar nunca mais, um homem se adiantou aos pensamentos da maioria e gritou: &#8220;alguém aí dê um jeito nessa criatura!&#8221;.. silêncio por um momento. mas a desculpa tímida veio do homem que tinha o bebê nos braços: &#8220;desculpem-me, senhores.. é que o meu bebê não dormiu a noite toda. minha esposa morreu, seu corpo está no vagão de cargas. vamos em direção à nossa cidade natal para enterrá-la.. mas eu não sei muito bem como acalmar meu pequeno.. desculpem-me&#8221;. o primeiro homem se calou envergonhado, duas mulheres se aproximaram para ajudar, o nenê dormiu e a viagem seguiu.</p>
<p>o pecado é um grito desajeitado em meio ao silêncio harmonioso da <a href="http://eoqha.net/tag/criacao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criação">criação</a> de Deus. <strong>o pecado fez até o próprio Deus chorar</strong>. há quem só perceba, e chegue mesmo a condenar, o choro das crianças no vagão dessa vida ingrata e desconheça a história do Pai que sofre.</p>
<p>antes de usar os dedos para condenar, use os joelhos para orar.</p>
<p>antes de condenar, conheça.</p>
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		<title>amor e outros sentimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 17:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sou muito sentimental, embora não considere isso defeito. Prefiro encarar os sentimentos em outro plano, mais racional. É natural sentir, mas é vital saber. E na guerra do sentir versus saber, o que eu sei pode anular o que eu sinto. Não que seja simples ou que haja fórmula mágica. Acredito no poder da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou muito sentimental, embora não considere isso defeito. Prefiro encarar os sentimentos em outro plano, mais racional. É natural sentir, mas é vital saber. E na guerra do sentir versus saber, <strong>o que eu sei pode anular o que eu sinto</strong>. Não que seja simples ou que haja fórmula mágica.<span id="more-217"></span> Acredito no poder da escolha.</p>
<p>É certo que sentimentos são bonitos, colorem a vida. Mas eles só se encaixam nas molduras que nós lhes damos. Só invadem o espaço que lhes permitimos ter.</p>
<p>Sentimentos são regidos por escolhas, por isso traçam destinos, escolhem fins e finais. Sentimentos somos nós escolhendo como viver. Sentimentos que decidem, que desistem, que resistem, que permitem que outros &#8211; sentimentos &#8211; vençam.</p>
<p>Sentimentos são como crianças. Não sabem direito quem são. Só sabem que sentem. Nascem pequenos, mas crescem, e ganham a força que lhes damos. Dependem de nós.</p>
<p>O amor não é assim.</p>
<p>O amor vem com o tempo, vence com o tempo, quando os erros dão à luz seus acertos. Amor é uma escolha sentida e sabida. É a soma de sentimentos escolhidos &#8211; a dedo e sem medo. É escolher o que faz sentir bem o outro. O amor prefere esquecer quem é. Não sabe bem o que vem, mas sabe bem o que quer. Muitas vezes &#8211; e quase todas &#8211; desconhece os &#8216;porquês&#8217;, pois está além das explicações.</p>
<p>O amor vence o tempo, a distância, o cansaço e os outros sentimentos. O amor jamais acaba, ainda que mude sua direção.</p>
<p>Amor não se inventa, não se diz, não se pede, não se compara, não se aprisiona. Amor é uma pessoa, uma ação, um tempo, um fim. Em uns, é uma palavra, em outros, a própria vida. E o melhor de tudo: amor é uma força que produz amor.</p>
<p>Sentir é natural. Amar é uma decisão &#8211; de cada dia, hora e dor.</p>
<p>Quem não entende, que somente espere. O tempo passa e um dia, talvez, sinta o que eu sei.</p>
<p>Ouse amar.</p>
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		<title>amigos?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 15:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não tenho muitos amigos. A vida vai passando e as verdadeiras amizades, reconhecemos, são as de muito tempo atrás. Não que seja impossível construir amizades mais maduras, mas que isso é mais difícil, isso é. Não que deixemos as relações sociais, as &#8220;amizades&#8221;. Parece que sempre temos novos amigos, novas conversas, novos encontros. Mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho muitos amigos.</p>
<p>A vida vai passando e as verdadeiras amizades, reconhecemos, são as de muito tempo atrás.</p>
<p>Não que seja impossível construir amizades mais maduras, mas que isso é mais difícil, isso é.</p>
<p>Não que deixemos as relações sociais, as &#8220;amizades&#8221;. Parece que sempre temos novos amigos, novas conversas, novos encontros. Mas a sensação que fica é a de que os dias nos afastam desses &#8220;amigos&#8221; e as amizades são feitas para acabar. Derá?</p>
<p>Aprendi que <strong>uma amizade acaba quando descobrimos que ela nunca existiu de verdade</strong>.</p>
<p>É que quanto mais vivemos mais egoístas nos tornamos e a aproximação dos outros passa a ter muitos motivos. Ah, os motivos&#8230;</p>
<p>Crescemos e os brinquedos começam a ficar mais caros. Ah, os brinquedos&#8230;</p>
<p>E nos sentimos usados &#8211; degraus. E nos desiludimos. E quando é para abrir o coração, rasgar a alma, nos falta na mente o nome de um único amigo certo. Mas onde estão os amigos?</p>
<p>Há pessoas que não têm nenhum amigo, mesmo que imaginem tê-los.</p>
<p>Ter amigos é uma necessidade. Ser amigo, uma ciência.</p>
<p>Faça um teste: pense em quantos amigos você tem de fato. Um conselho: valorize-os, pois são coisa rara hoje em dia.</p>
<p>Admiro as crianças. Elas têm amigos, são amigas. Elas podem &#8211; são inocentes. Por isso não pense duas vezes quando uma delas lhe perguntar: &#8220;quer ser meu amigo?&#8221;, mas vá com calma. São só crianças.</p>
<p>Abraços.</p>
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		<title>incoerente</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 15:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coerência é conformidade, congruência, conexão, harmonia, ligação. Mas o que é ser coerente? Nesses dias sofisticados em que vivemos, chega a ser elegante insultar alguém, desde que o insulto seja mais polido, um tapa de luvas, do tipo: &#8220;você está sendo incoerente!&#8221;. O que muitas vezes se desconsidera é que essa acusação é covarde, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coerência é conformidade, congruência, conexão, harmonia, ligação. Mas o que é ser coerente?</p>
<p>Nesses dias sofisticados em que vivemos, chega a ser elegante insultar alguém, desde que o insulto seja mais polido, um tapa de luvas, do tipo: &#8220;você está sendo incoerente!&#8221;. O que muitas vezes se desconsidera é que essa acusação é covarde, pois ataca o que de mais valioso se tem: as motivações. Incoerente? Mas, incoerente em relação a quê? Com que padrão se pode medir seguramente a coerência na vida de outrem?</p>
<p>Já fui considerado incoerente. Mas para mim coerência é um conceito maior do que, creio, caberia nas idéias de quem só produz crítica.</p>
<p>Coerência é não ter compromisso com o erro, pelo simples desejo de conformar-se sempre com a verdade.</p>
<p>Incoerência é dizer que vive, mas viver como quem está morto. É se conformar com o que já se viveu.</p>
<p>Coerência é acreditar no outro, no novo, harmonizando-se com a vontade que todos temos de ser acreditados e aceitos.</p>
<p>Incoerência é acreditar que cada dia guarda em si a semente da mudança e duvidar que as pessoas possam se renovar a cada momento, cada decisão.</p>
<p>Coerência é esperar sempre o melhor, preparar-se para o pior e receber o que vier, sabendo que a vida não é um eterno pique-nique, mas uma constante ligação de um passado escuro a um futuro brilhante, que desenhamos no escuro.</p>
<p>Incoerência é viver à espera de oportunidades, mas, diante delas, fugir em busca de coerência &#8211; uma droga que aliena.</p>
<p>Se ser incoerente é ousar viver além do óbvio, previsível e esperado, agradeço cada pensamento alheio, desconhecido e às costas, que me rotula assim: incoerente.</p>
<p>Perdão, mas <strong>eu não procuro viver em acordo com o que fui, fiz ou deixei de fazer</strong>. No passado existe mais erro que acerto. Busco coerência com quem eu sou e, principalmente, quem eu quero ser. Coerência tem que ver com futuro.</p>
<p>Seja incoerente, ande para frente!</p>
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		<title>o que é que a gente quer?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 14:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A gente só quer o que a gente não tem. Parece coisa de criança, mas é assim que as coisas são no mundo da gente grande. A gente vive sempre querendo mais e por isso sempre vai haver &#8220;algo mais&#8221; que a gente não tem, mas que inexplicavelmente quer mais do que tudo. Parece história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gente só quer o que a gente não tem. Parece coisa de criança, mas é assim que as coisas são no mundo da gente grande. A gente vive sempre querendo mais e por isso sempre vai haver &#8220;algo mais&#8221; que a gente não tem, mas que inexplicavelmente quer mais do que tudo. Parece história de criança passeando por entre as vitrinas do shopping, mas é coisa da gente. Gente mimada, pra não dizer egoísta. Por dentro a gente é assim e esse é só o início de tudo o que de mau existe por fora &#8211; entre as gentes.</p>
<p><strong>A gente só quer o que a gente não tem</strong>. Um lugar pra sentar, uma sombra, um beijo. Uma pista, uma sexta, um pão de queijo. Sei lá. Algo simples, fútil, mas que satisfaça. Algo quente, mas leve que nem fumaça.</p>
<p>É um amor infundado pelo novo, pelo belo, pelo outro. uma coceira nas mãos, um treme-treme nos pés. Um pensamento insistente. Ansiedade.</p>
<p>O belo, a quem quer parecer. O novo, a quem quer entreter. O outro, a quem quer enganar. Não. Isso não pode ser tudo.</p>
<p>Egoísmo é um dos meus defeitos principais. Infelizmente eu não sou diferente. E luto contra mim pra não viver sendo regido pelo que não sou e pelo que não tenho.É luta infantil, mas é luta cruel &#8211; de todos os dias e horas e pensamentos. Mas de vez em quando uma luz se acende (quando o eu se apaga) e consigo enxergar as coisas com mais lucidez. Aprendi que serei feliz não quando finalmente tiver o que sempre quis, mas quando simplesmente quiser o que sempre tive.</p>
<p>Lembre-se: o segredo da vida está no querer.</p>
<p>Acenda as luzes!</p>
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		<title>listas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 19:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes tenho a impressão de que meu dia cabe em uma lista. Costumo listar minhas tarefas. E são tantos verbos, que nem sempre sobra espaço na agenda. Coisas que preciso fazer, comprar, preparar, estudar, resolver, reclamar, discutir. Esses são verbos da ação. Roubam tempo e energia. Triste é quando esses são os verbos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes tenho a impressão de que meu dia cabe em uma lista.</p>
<p>Costumo listar minhas tarefas. E são tantos verbos, que nem sempre sobra espaço na agenda. Coisas que preciso fazer, comprar, preparar, estudar, resolver, reclamar, discutir. Esses são verbos da ação. Roubam tempo e energia. Triste é quando esses são os verbos principais na rotina e duro é encarar minhas listas passadas e perceber que em muitos dias quase não há tempo reservado para os verbos da reflexão: orar, meditar, silenciar, descansar.</p>
<p>Cansei de ser refém de minhas listas encantadas, regidas pela ansiedade e seus muitos verbos &#8211; ter, parecer e aparecer, conquistar, superar, encontrar.</p>
<p>Cansei de tentar dominar o tempo e esbarrar nos outros. cansei de correr nas esteiras do egoísmo e patinar nas frustrações.</p>
<p>Cansei de olhar a vida através das vidraças quebradas dos sonhos desfeitos. Cansei de tentar por mim.</p>
<p>Um dia desses escrevi uma nova lista. Não para um dia apenas, mas para me acompanhar sempre, lembrando verbos essenciais.</p>
<p>Em resumo, entendi que preciso de muito mais tempo com o Verbo principal, Aquele que é a origem de todos os verbos e que dá sentido à lista da minha existência. Entendi que <strong>preciso ser cada dia menos de mim</strong> e mais dEle, e isso requer tempo.</p>
<p>Reveja suas listas, reavalie seus dias e tome tempo para os melhores verbos.</p>
<p>Sucesso!</p>
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		<title>quem é quem?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 13:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sinceramente, ninguém se conhece de verdade. Teorizamos muito bem. Gostamos muito de parecer (e aparecer). Somos mestres em diminuir certas coisas em nós e aumentar outras, que julgamos certas. Escondemos, fingimos, mas sofremos com a luta que travamos com um certo &#8220;eu&#8221; que não queremos ser. É estranho, mas é assim. Convivemos com o &#8220;eu&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinceramente, ninguém se conhece de verdade.</p>
<p>Teorizamos muito bem. Gostamos muito de parecer (e aparecer). Somos mestres em diminuir certas coisas em nós e aumentar outras, que julgamos certas. Escondemos, fingimos, mas sofremos com a luta que travamos com um certo &#8220;eu&#8221; que não queremos ser. É estranho, mas é assim. Convivemos com o &#8220;eu&#8221; que fomos, e que teima em nos visitar em flashes da memória culpada e com o &#8220;eu&#8221; que sonhamos ser, escondido nos sonhos mais secretos e egoístas que temos. O &#8220;eu&#8221; que somos (ou pensamos ser) parece perdido em meio aos tempos verbais. Parece nem existir. É tão transitivo, tão afetado, tão superficial. Situações novas sempre revelam um &#8220;eu&#8221; novo que, às vezes, desmente tudo o que dizemos ser. Isso é estranhamente perigoso. Quantas vezes nos desconhecemos!  assombra imaginar quantos &#8220;eus&#8221; calados inda existem por dentro.</p>
<p>Tremo ao pensar em como gasto meu <em>dinheiro</em>, pois isso responde onde está meu coração.</p>
<p>Tremo ao revisar meus <em>passa-tempos</em>, pois somos o que fazemos quando não temos nada para fazer.</p>
<p>Tremo ao perceber o que me faz <em>sorrir</em>, pois isso desmascara meus preconceitos.</p>
<p>Quem eu fui é inalterável. Quem serei não existe. Quem eu sou? Não sei ao certo, mas esse silêncio não machuca tanto quanto o grito da distância que existe entre mim e quem eu preciso ser.</p>
<p>Quem é você?</p>
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		<title>Pôr-do-sol</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2007 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em dias em que a pressa parece ser a solução e a sentença de muitos, Deus tem um convite inusitado: Descansar. Em dias vazios de sentido, de explicações e de fé, Deus se apresenta: Eu sou o Criador. Em dias em que a memória é fraca e dependente dos orkuts da vida até para lembrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em dias em que a pressa parece ser a solução e a sentença de muitos, Deus tem um convite inusitado: Descansar.</p>
<p>Em dias vazios de sentido, de explicações e de fé, Deus se apresenta: Eu sou o Criador.</p>
<p>Em dias em que a memória é fraca e dependente dos <em>orkuts </em>da vida até para lembrar das datas mais importantes, Deus pede insistentemente: Lembre-se.</p>
<p>Hoje em dia muitos líderes religiosos que arvoram ser porta-vozes do céu pedem que nos esqueçamos de coisas que o próprio Deus nos pediu que lembrássemos. Depois de criar o homem Deus lhe pediu que nunca esquecesse de descansar no dia Sábado.</p>
<p>Quando o céu vai alaranjando na sexta à tarde eu me lembro de Deus. De um pôr-do-sol a outro comemoro a existência e providência do meu Deus.</p>
<p>Escolha um lugar especial para ver o sol se pondo. Faça uma oração e receba a bênção que o sábado contém.</p>
<p>Não esqueça!</p>
<p>(Êxodo 20:8)</p>
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		<title>LÁ</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 16:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz um tempo, uma estação de rádio recebeu, por carta, um pedido muito estranho. Um homem que vivia sozinho nas montanhas pedia à estação que em determinado dia e hora tocasse no piano a nota &#8220;lá&#8221; por dois minutos. O homem explicava que, vivendo só, sua única distração era seu violino, mas este estava completamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um tempo, uma estação de rádio recebeu, por carta, um pedido muito estranho.</p>
<p>Um homem que vivia sozinho nas montanhas pedia à estação que em determinado dia e hora tocasse no piano a nota &#8220;lá&#8221; por dois minutos.</p>
<p>O homem explicava que, vivendo só, sua única distração era seu violino, mas este estava completamente desafinado e ele precisava de um &#8220;lá&#8221; para afiná-lo convenientemente.</p>
<p>Gosto de ficar sozinho, mas reconheço o perigo que tem a solidão. O isolamento é proveitoso até certo ponto. Nunca como um estilo de vida. Viver pra si é vazio: perdem-se os referenciais, as motivações, os abraços, os sorrisos, o diálogo. Morrem a criatividade, a <a href="http://eoqha.net/tag/esperanca/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Esperança">esperança</a> e o propósito; enquanto se agravam a dúvida, o medo e o egoísmo.</p>
<p>Há poucos anos para ser feliz e só uma chance para se compor a canção. É muito arriscado viver os dias em busca de um &#8220;lá&#8221;. Há muito mais para se descobrir. Há muito mais no outro, no desconhecido. Há muito mais além de mim.</p>
<p>Amanhã é sábado e este é um dia especial. É o dia em que eu vou à igreja &#8211; comunidade de fé &#8211; e me encontro com Deus &#8211; meu maior amigo. Sábado é o dia ideal para avaliar os passos e renovar as forças. Sua nota tônica, amor.</p>
<p>Um bonito sábado!</p>
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		<title>Está faltando algo</title>
		<link>http://eoqha.net/editoriais/esta-faltando-algo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2007 21:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como diz o Ricardo Noblat, se você não comemora ninguém comemorará por você. Estou muito feliz pelo crescimento do É O Q HÁ! mas quero dizer que o crédito não é da equipe do podcast, mas sim seu (leitor, ouvinte, webespectador, etc.) e sobretudo de Deus! Gostaria de ressaltar alguns dados e avanços desde a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eoqha.files.wordpress.com/2007/05/equipe_simpostio.jpg" alt="Equipe do Simpósio" align="left" />Como diz o Ricardo Noblat, se você não comemora ninguém comemorará por você. Estou muito feliz pelo crescimento do É O Q HÁ! mas quero dizer que o crédito não é da equipe do podcast, mas sim seu (leitor, ouvinte, webespectador, etc.) e sobretudo de Deus!</p>
<p>Gostaria de ressaltar alguns dados e avanços desde a última vez que escrevi um editorial. Nesse meio tempo de 1-2 meses (supostamente era para escrever um por mês), tivemos alguns novos membros na equipe. Primeiramente o Cândido, que tem postado sua incríveis e profundas reflexões.É uma honra poder ter alguém como ele participando no É O Q HÁ!. Logo depois temos a Natália que tem nos ajudado no projeto missionário que será lançado em breve aqui no blog (estamos há algumas semanas recolhendo imagens para o VT).</p>
<p>Recentemente fui ver as estatísticas da série “II Simpósio Criacionista”, e fiquei surpreso com os números. <strong>No total, obtivemos mais de 5mil downloads e tivemos palestras que beiram a marca de mil downloads. </strong></p>
<p>Indo além dos números, recebemos comentários dizendo que passariam na sua igreja as palestras. Também houve professores nos contactando para informar de futuras palestras que interessariam a você, que está sempre presente conosco, nos acompanhando nesta jornada!</p>
<p>Falando um pouco sobre os planos futuros; <strong>se você acha que viu tudo que o É O Q HÁ! tem a oferecer, agüente firme que nós estamos apenas começando.</strong> Entre algumas matérias futuras, haverá uma série sobre a Política, Religião e o Fim dos Tempos, tendo como entrevistados pessoas mais que qualificadas (como o Reitor do Seminário Latino-Americano de Teologia).</p>
<p><strong>Todavia, entretanto, contudo; sinto falta de algo.</strong> E esse algo é você! Tenho visto claramente as bênçãos de Deus neste projeto, cada episódio é uma nova experiência, um novo insight sobre algum tema antes desconhecido para mim e para a equipe.</p>
<p>Em breve <strong>estaremos lançando um projeto missionário auxiliando o Timor Leste</strong>, onde todos (independentes da localidade) poderão ajudar.</p>
<p><strong>Venha fazer parte do É O Q HÁ!, estamos contando com você!</strong></p>
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		<title>Metro</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2007 17:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Era um garoto esperto. No alto de seus quatro anos de idade, ele chega para a mãe com sua nova e incrível descoberta: - &#8220;Mãe, eu tenho três metros de altura!&#8221; &#8211; e exclama com todas as confusões lingüísticas que a idade lhe permite. Mãe atenta, ela responde: - &#8220;Não, meu amor. Você já é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era um garoto esperto.</p>
<p>No alto de seus quatro anos de idade, ele chega para a mãe com sua nova e incrível descoberta:</p>
<p>- &#8220;Mãe, eu tenho três metros de altura!&#8221; &#8211; e exclama com todas as confusões lingüísticas que a idade lhe permite.</p>
<p>Mãe atenta, ela responde:</p>
<p>- &#8220;Não, meu amor. Você já é homenzinho, mas não é tão alto assim.&#8221;</p>
<p>Silêncio..</p>
<p>- &#8220;Sou sim, mãe.&#8221; &#8211; ele retorna com uma expressão mais confiante &#8211; &#8220;eu medi!&#8221;</p>
<p>- &#8220;É, meu amor? E com o quê você se mediu?&#8221;</p>
<p>Faceiro que só ele, o menino apresenta sua evidência. E mostrando sua régua (de 30cm), ele diz:</p>
<p>- &#8220;Com este &#8216;metro&#8217; aqui, ó.&#8221;</p>
<p>Tem gente que passa pela vida se achando <em>a bala que matou o Kennedy</em>. E passa pelas pessoas sem nem sequer olhar. Tem um &#8220;arzinho&#8221; de suficiência&#8230; Outras pessoas se acham <em>o gás da Coca</em>. Vivem a vida com a filosofia do &#8220;sem MIM nada podeis fazer&#8221;. E tratam os outros como se fossem menores. Não poderia deixar de mencionar as que pensam ser <em>o último biscoito do pacote &#8211; </em>o desejado, idolatrado, salve! Salve!.. Quanta pequenês.</p>
<p>Tem gente que acha (é, porque nem pensar pensa!) que o mundo foi feito sob medida, com a cor e a trilha sonora perfeitas para EU viver&#8230; quanta insipiência.</p>
<p>Como você tem se olhado, se medido? <strong>Pessoas felizes são humildes</strong>. &#8220;Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter&#8221; é um conselho sábio (Rom 12:3). Seja simples, acessível, sorridente e agradável.</p>
<p>Que tamanho tem seu &#8220;metro&#8221;?</p>
<p><span class="technoratitag"></span></p>
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		<title>Rosto</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 19:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos atrás, um jovem foi fazer uma visita a um amigo que há muito não via, em Londres na Inglaterra. Chegando ao endereço indicado, bateu na porta da casa e foi atendido por uma garotinha. Ele prontamente se apresentou, mas a menina não entendeu seu nome. Ela voltou lá dentro e avisou ao pai: - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás, um jovem foi fazer uma visita a um amigo que há muito não via, em Londres na Inglaterra. Chegando ao endereço indicado, bateu na porta da casa e foi atendido por uma garotinha. Ele prontamente se apresentou, mas a menina não entendeu seu nome. Ela voltou lá dentro e avisou ao pai:</p>
<p>- Papai, tem um homem lá fora que quer falar com o senhor.</p>
<p>- Como é o nome dele, filha? Quis saber o pai.</p>
<p>- O nome dele eu não entendi, pai, mas ele é muito parecido com Jesus!</p>
<p>A essência do cristianismo é parecer-se com Jesus.</p>
<p>Cristianismo não é medido pela assistência aos cultos de uma igreja, nem pela ausência de certos lugares &#8220;proibidos&#8221;. <strong>Cristianismo é o quanto de Cristo eu carrego comigo, em tudo que faço, digo ou mesmo penso</strong>.</p>
<p>É fácil levar o nome de cristão. Para alguns isso é cômodo, para outros não passa de uma tradição de família. Mas e para você?</p>
<p>Quando as pessoas olham para você, o que elas vêem?</p>
<p>O time por quem você torce?</p>
<p>As roupas mais caras?</p>
<p>Os filmes a que assiste?</p>
<p>O tipo de amigos que tem?</p>
<p>A Quem segue?</p>
<p>Há certas coisas que estão escritas em cada pessoa.</p>
<p>Não permita que nada nessa vida borre o seu rosto, e roube de você a imagem de Jesus. Desvie seus passos de tudo que leve embora o tempo, a energia e a vibração com as coisas de Deus. E siga em paz.</p>
<p>Uma bonita tarde pra você!</p>
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		<title>Ele tem tempo</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/ele-tem-tempo/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2007 23:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda pensando sobre a forma do tempo, veio à minha mente a figura de um homem em especial. Possivelmente o mais atarefado que esta terra já conheceu, e isto eu explico: 1) Tinha uma missão muito importante a cumprir, não meramente fazer nome ou fazer fama, mas mudar a filosofia de vida de um mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda pensando sobre a forma do tempo, veio à minha mente a figura de um homem em especial. Possivelmente o mais atarefado que esta terra já conheceu, e isto eu explico: 1) Tinha uma missão muito importante a cumprir, não meramente fazer nome ou fazer fama, mas mudar a filosofia de vida de um mundo inteiro a ponto de dividir a história; 2) Tinha pouco tempo: apenas três anos e meio, aproximadamente; e 3) Isso tudo sozinho. Nome: Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus era um homem com muito o que fazer e seu dia não era milagrosamente maior. Dispunha das mesmas 24h de que você e eu dispomos. Sua agenda, sempre lotada, trazia anotadas entrevistas com gente de todos os lugares e maneiras, públicas ou particulares, algumas inclusive altas horas da noite (cf. João 3:2), viagens a fazer, inúmeras palestras a apresentar, uma equipe a treinar, mal-entendidos a solucionar, etc.</p>
<p>Quanta coisa! Olhando assim apressadamente, a vida de Jesus em muito se assemelha à de muitos hoje: muito a fazer, pouco tempo.</p>
<p>Mas basta um olhar mais atento a sua biografia (a Bíblia) e descobrimos o mais estranho de tudo: Jesus não tinha tempo, mas tinha tempo. Incoerência? Talvez. Somente observe:</p>
<p>Jesus, mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, tinha tempo para parar em meio à natureza e observar as flores e as aves (cf. Mateus 6:25-34).</p>
<p>Mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, vez ou outra convidava sua equipe: &#8220;vamos para um lugar tranqüilo descansar um pouco&#8221; (cf. Marcos 6:31).</p>
<p>Mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, parava para simplesmente segurar uma criança no colo (cf. Lucas 18:16).</p>
<p>Mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, parava para conversar com pessoas desconhecidas, que não tinham amigos (cf. João 4:1-30).</p>
<p>Mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, parava para ouvir seus amigos, mesmo suas <a href="http://eoqha.net/tag/perguntas/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with perguntas">perguntas</a> mais tolas (cf. Mateus 18:1).</p>
<p>Mesmo &#8220;sem tempo&#8221;, passava noites inteiras em oração (cf. Mateus 14:23).</p>
<p>Jesus tinha tempo para as coisas certas da vida. O resultado é que ele andou por essa vida fazendo o bem.</p>
<p>Nós também andamos. Em realidade, mais corremos que andamos, mas fazendo o quê? Corremos aonde?</p>
<p>Pra quê tanta pressa?</p>
<p>A pressa é um dos maiores vilões de nosso tempo. <strong>A pressa destrói valores sem destruir convicções</strong>.</p>
<p>Repense sua agenda, sua lista de prioridades, e decida viver o lado bom da vida.</p>
<p>Tome tempo para sorrir, abraçar, ajudar, consolar, observar, sonhar, amar. Marque uma hora com Jesus. Ele tem tempo!</p>
<p>Até mais.</p>
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		<title>#68 Episódio 2 &#8211; Fé e Razão</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 10:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Adolfo Suárez]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[simpósio]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste episódio, o Prof. Adolfo Suárez (doutorando em Ciência da Religião pela Metodista) fala da importância dos cristãos terem uma fé inteligente: uma fé fundamentada em conviccões e em provas, de maneira que possamos convencer os outros a respeito da validade daquilo que nós cremos. Por ser uma palestra de 1hr resolvi deixar numa qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1111412391" bgcolor="#ffffff" flashVars="videoId=1118125812&#038;playerId=1111412391&#038;viewerSecureGatewayURL=https://services.brightcove.com/services/amfgateway&#038;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&#038;cdnURL=http://admin.brightcove.com&#038;domain=embed&#038;autoStart=false&#038;" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="590" height="361" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" swLiveConnect="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed><br />
Neste episódio, o Prof. Adolfo Suárez (doutorando em Ciência da Religião pela Metodista) fala da importância dos cristãos terem uma fé inteligente: uma fé fundamentada em conviccões e em provas, de maneira que possamos convencer os outros a respeito da validade daquilo que nós cremos.</p>
<p>Por ser uma palestra de 1hr resolvi deixar numa qualidade boa e com um tamanho de arquivo acima do normal. Entretanto gostaria de dizer que a palestra é muito boa e que valeria a pena deixar o computador ligado a noite inteira para poder assistir-lo depois.</p>
<p>Estarei colocando o endereço do FTP também para aqueles que quiserem uma velocidade maior de download.</p>
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