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	<title>éoqhá &#187; Mídia</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>assumindo a manipulação</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 21:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Mota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante muito tempo ouvi dizer que “jornalismo bom é jornalismo isento.” Cheguei a acreditar nisso. Não sei se a imprensa mudou, ou se eu é que deixei de ser ingênua. O fato é que a ilusão do jornalismo neutro acabou para mim muito tempo atrás. Não lembro do momento exato, porém, ainda dou risadinhas amarelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1465" title="4e68" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/07/4e68.jpg" alt="4e68" width="590" height="264" /></p>
<p>Durante muito tempo ouvi dizer que “jornalismo bom é jornalismo isento.” Cheguei a acreditar nisso. Não sei se a imprensa mudou, ou se eu é que deixei de ser ingênua. O fato é que a ilusão do jornalismo neutro acabou para mim muito tempo atrás. Não lembro do momento exato, porém, ainda dou risadinhas amarelas quando penso na Velhinha de Taubaté, hilariante personagem de Luiz Fernando Veríssimo, que acreditava em tudo que passava na TV ou saía no jornal. De certa forma ela funcionou como um espelho nefasto para todos aqueles que, como eu, se achavam imunes às manipulações da mídia. De repente percebemos que éramos, como diria minha melhor amiga, “tão novinhos, tão tolinhos.”<span id="more-1464"></span></p>
<p>Porém, em algum canto do meu cérebro ficou a noção de que a imprensa séria trabalhava com certa neutralidade. Besteira minha, eu sei, afinal, isenção não é sinônimo de bom jornalismo. Isso é coisa de leitor bobo que quer acreditar que tem acesso à verdade. O fato é que toda notícia passa por um filtro editorial e assim caminha a humanidade. Mas isso era implícito, ninguém trombeteava tal informação. Ficava subentendido.</p>
<p>Ficava. Agora não fica mais. Outro dia chegou à minha casa uma mala direta vendendo assinaturas da revista de notícias mais lida no pais. Nela, encontrei a seguinte pérola: “Oferecer a notícia pura e simples é pouco. Para dar mais elementos para você ter a sua opinião, é preciso que os fatos cheguem selecionados e analisados, dando a dimensão de como poderão mexer com seu dia-a-dia. A notícia interpretada em todos os ângulos, está nas páginas de X.”</p>
<p>Expressões como “fatos selecionados e analisados” e “notícia interpretada” foram demais para o meu pobre coração. Ali estava uma editora assumindo abertamente que seleciona informações – baseada em seus interesses, que não são necessariamente os meus – para que eu possa ter uma opinião. Argumentando que o leitor seria beneficiado com sua interpretação das notícias, sem levar em conta que esta poderia estar em direta oposição aos princípios do próprio leitor. Uma publicidade bem ao estilo “Me engana, que eu gosto.” Parecem ter-se acabado os dias da ingênua Velhinha de Taubaté, e ressurge a mulher de malandro do velho samba de Heitor dos Prazeres e Francisco Alves. Sabemos que estamos sendo enganados, mas não nos importamos mais.</p>
<p>Entretanto, o engano não é a vocação do cristão. A Bíblia diz que “os tolos desprezam a sabedoria e a instrução” (Prov. 1:7), mas o verdadeiro conhecimento não é uma coleção de informações, e sim um conhecimento pessoal de Deus (Prov. 9:10). Se a palavra sábia é uma jóia muito mais preciosa que o ouro (Prov. 20:15), é preciso subverter a nova ordem mundial, dando valor ao que realmente tem valor. Se queremos ter sabedoria para avaliar o nosso entorno, devemos buscar direto na fonte. É Deus quem nos ensina o discernimento (Salmo 119:66) e só dEle podemos aprender qual seja a verdadeira sabedoria (Provérbios 2:6).</p>
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		<title>Eram os deuses mercadores?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 12:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A todos os Homens e Mulheres de Deus, cujo Espírito Santo despertou, venha trabalhar conosco para tomarmos posse da terra prometida”. Esse é um apelo para evangelizar a Palestina? É um chamado avivalista para a conversão? Nada disso. É apenas a convocação de distribuidores do refrigerante Leão de Judá Cola. A terra prometida é anunciada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-971" title="juda" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/11/juda.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p><em>“A todos os Homens e Mulheres de Deus, cujo Espírito Santo despertou, venha trabalhar conosco para tomarmos posse da terra prometida”.<br />
</em><br />
Esse é um apelo para evangelizar a Palestina? É um chamado avivalista para a conversão? Nada disso. É apenas a convocação de distribuidores do refrigerante <strong>Leão de Judá Cola</strong>. A terra prometida é anunciada no <a href="http://www.leaodejudacola.com/">site</a> da empresa: o mercado de refrigerantes no Brasil que movimentou 19 bilhões de reais em 2007.</p>
<p>O irmãozinho, a irmãzinha tem dúvidas sobre a garantia do negócio? A empresa, não. Segundo informa, <em>“o Espírito Santo já nos confirmou que Ele tem 7 MIL Distribuidores Leão de Judá somente no Brasil, que o próprio Deus escolheu para trabalharmos juntos”</em>.</p>
<p>Para ratificar a segurança do negócio, a empresa cita um verso bíblico: <em>“Também conservei em Israel SETE MIL, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, &#8230; (I Reis 19:18)</em>.<span id="more-970"></span></p>
<p>O Leão de Judá Cola é a proposta do empresário Moisés Magalhães para dominar o mercado mundial, sim, mundial, de refrigerantes. De volta ao site: <em>“Assim como o Senhor Jesus dividiu a <a href="http://eoqha.net/tag/historia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with História">história</a> em antes e depois Dele, determinamos em nome do Senhor Jesus dividirmos a <a href="http://eoqha.net/tag/historia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with História">história</a> do refrigerante em antes e depois do Leão de Judá Cola”</em>. Se parece um plano projetado pela dupla Pinky e Cérebro, aqueles ratinhos megalomaníacos que querem dominar o mundo, veja como a Alfa Gold, a empresa que distribui a bebida, pretende realizar os treinamentos:</p>
<p><em>“A Alfa Gold utiliza o mesmo sistema de treinamento que o Senhor Jesus utilizou para formar os 12 apóstolos – o Discipulado”</em>.</p>
<p>Para ninguém duvidar da liderança do empresário Moisés Magalhães, mais emprego da Bíblia para ungir a missão do Leão de Judá Cola: <em>“Como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei” (Josué 1:5)</em>. Esse parece um empresário que não cabe em si de tantas comparações, mas que tem seu lado humilde, pôxa vida! Direto do <a href="http://www.leaodejudacola.com/">site</a>:</p>
<p><em>“Não temos prata nem ouro, não vamos viver juntando tesouros na terra e sim no céu”, pois “o Senhor Jesus é o Dono e Senhor da marca Leão de Judá e da empresa Alfa Gold”</em>. Como a missão é da mais alta nobreza evangelística, o empresário anunciou que vai doar para projetos sociais 10% da renda obtida com as vendas da bebida.</p>
<p>Apesar de não querer ajuntar tesouros onde a traça e os juros altos corroem, o desejo da empresa não podia ser mais explícito: <em>“Vamos conquistar cada consumidor no Brasil e no mundo”</em>. É a santificação da megalomania. Mas não se pode criticar o que vai no coração, não é, irmão, não é, irmã?</p>
<p>O que vale é a intenção? Então, que tal verificar a seção <em>“Nossa Missão”</em> no site da empresa? O primeiro item diz: <em>“Refrigerar o consumidor no Brasil e no mundo – corpo, alma e espírito”</em>. Hesitações quanto à sinceridade? O site declara: <em>“Somos dizimistas fiéis”</em>.</p>
<p>Tem ainda os 10 Mandamentos do refrigerante Leão de Judá. O décimo mandamento: <em>Crescimento Global”</em>. Contenha o riso, por favor. O segundo “mandamento” ordena: <em>“Amar ao Próximo: amarmos nossos consumidores como a nós mesmos”</em>. Fique à vontade.</p>
<p>Essa espécie de marketing bíblico-agressivo tem se tornado um padrão no mercado evangélico neopentecostal. Basta um novo comerciante, um novo cantor, um novo bispo ou pastor/a dizer que o CD/DVD-gravado-ao-vivo-com milhares-de-fiéis está “ungido” e acredita-se que o objeto está mesmo. A “santificação” de qualquer acessório vira um penduricalho de Jesus, um balangandã do Senhor. Se é feito em nome da divindade, se é para alcançar os inalcançáveis, não se pode questionar os meios porque os fins são “santos”.</p>
<p>Desnecessário dizer que o mercado religioso tinha pouca possibilidade de escapar do processo de industrialização. O problema não está no crescimento desse comércio, nem mesmo no termo “comércio”. Problemas surgem quando uma empresa se presta a declarar em seu site que <em>“toda nossa estratégia de fabricação, venda e mídia vem da Bíblia”</em>, <em>“que a marca Leão de Judá nasceu de uma fé sacrificial”</em>.</p>
<p>Critica-se o governo, a polícia, a televisão e, principalmente, os técnicos de futebol. Mas não se pode pôr em dúvida as estratégias do mercado “cristão”.</p>
<p><em>“Temos que lutar e perseverar para transformar o mundo pela renovação de nossa mente”</em>. Não, não é um conselho meu. É mais uma frase contraditória da propaganda do refrigerante Leão de Judá Cola.</p>
<p><em>Oops, I did it again</em>. Desconfiei de novo dos intuitos da empresa. Aí vai meu incentivo, então:</p>
<p>“Parem as máquinas! Rasguem as vestes! Bebam Leão de Judá Cola!”</p>
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		<title>Comparação</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 12:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Costa Cavalcanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando paro nos faróis das grandes avenidas de São Paulo constantemente me deparo com situações contrastantes. De um lado, pessoas trabalhadoras que vendem  balas e outras pequenas mercadorias em troca de um pouco de dinheiro que usarão para sustentar a família. Do outro lado, é comum ver pessoas que recebem melhores salários, fechadas em seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/11/comparar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-967" title="comparar" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/11/comparar.jpg" alt="" width="590" height="264" /></a></p>
<p>Quando paro nos faróis das grandes avenidas de São Paulo constantemente me deparo com situações contrastantes. De um lado, pessoas trabalhadoras que vendem  balas e outras pequenas mercadorias em troca de um pouco de dinheiro que usarão para sustentar a família. Do outro lado, é comum ver pessoas que recebem melhores salários, fechadas em seus carros luxuosos que custam mais que aquilo que os vendedores de rua irão adquirir durante toda a vida. Nesses momentos me sinto pequena. Vejo que tenho a tendência de comparar minha vida com a de outros quando deveria ser mais agradecida ao Senhor pelas inúmeras bênçãos derramadas diariamente em minha vida. <span id="more-966"></span></p>
<p>E você? A grama do vizinho parece ser mais verde que a sua? A casa do vizinho é mais bonita e a vida mais interessante? Muitos dos leitores podem responder que sim: em sua visão os outros sempre parecem ter melhores oportunidades no site <a href="http://www.intertrader.com/" target="_blank">http://www.intertrader.com/</a>. Bem, gostaria de discordar mas não posso.</p>
<p>Constantemente encontro pessoas que tem mais que eu. Espera&#8230; eles têm mais o que mesmo? Mais dinheiro? Coisas materiais?  E o coração? Onde fica? Será que quem tem mais dinheiro e sucesso aos olhos de nossa sociedade, que é constantemente influcienciada pela mídia,  é realmente mais feliz. O que dizer de pessoas humildes que não tem quase nada e mesmo assim não conseguem tirar o <a href="http://eoqha.net/tag/sorriso/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Sorriso">sorriso</a> do rosto.</p>
<p>Acredito que a comparação seja um câncer que têm destruído o altruísmo dentro de nós. Gastamos tanto, de nosso escasso tempo, lutando para conquistar  aquilo que estabelecemos como primordial que não sobra tempo para abençoar a vida de outros. Simplesmente não encontramos espaço em nossa vida para dividir aquilo que temos recebido do Senhor.</p>
<p>Mantendo a metáfora popular, posso afirmar que muitas vezes não regamos o gramado seco do vizinho da direita porque gastamos tempo demais nos preocupando com a grama verdinha do vizinho da esquerda. Nosso tempo é usado na tentativa de fazer com que nossa grama seja tão bonita e atrativa quanto a de nosso vizinho abastado.</p>
<p>Deus nos deu olhos para vermos as bênçãos diárias que Ele derrama sobre nós; não para observar o que os outros conquistaram e ainda não temos.</p>
<p>Deus nos deu lábios para O louvarmos por tudo aquilo que tem feito em nossa vida; não para reclamar e nunca estar satisfeitos com o que Ele nos tem dado.</p>
<p>Deus nos deu ouvidos para ouvir a Sua voz; não para tentarmos acompanhar as últimas tendências da moda e quais são os produtos que simplesmente &#8220;precisamos&#8221;adquirir.</p>
<p>Deus nos deu mãos para servir ao próximo e compartilhar aquilo que Ele nos dá; não para mantê-las sempre fechadas ou simplesmente ocupadas em acumular novos bens materiais.</p>
<p>Sempre que começo a comparar minha vida com a de outros, procuro parar para contar as bênçãos. Só assim consigo reconhecer que Deus não me dá tudo que quero&#8230; Ele me dá tudo que preciso.</p>
<p>Foto por <a href="http://flickr.com/photos/bullish1974/" target="_blank">Mike Rosales</a></p>
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		<title>Canção Cristã e Cultura Brasileira</title>
		<link>http://eoqha.net/editoriais/cancao-crista-e-cultura-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 12:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
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		<description><![CDATA[Por que a maioria dos protestantes brasileiros aprecia uma hinologia ou um conjunto de músicas de origem americana ou européia mas demonstra pouca tolerância para com as canções religiosas de estilo popular nacional? Esta é uma pergunta a qual podemos dar várias respostas erradas, como: é uma questão de gosto, ou, é o respeito às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-930" title="musica" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/11/cancao.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p>Por que a maioria dos protestantes brasileiros aprecia uma hinologia ou um conjunto de músicas de origem americana ou européia mas demonstra pouca tolerância para com as canções religiosas de estilo popular nacional?</p>
<p>Esta é uma pergunta a qual podemos dar várias respostas erradas, como: é uma questão de gosto, ou, é o respeito às tradições litúrgicas, ou ainda, é devido ao preconceito em relação à cultura brasileira, e a pior de todas, deve-se a uma alienação cultural americanizada e pequeno-burguesa.</p>
<p>Vou procurar algumas respostas que podem explicar esse tema que divide gerações de fiéis.<span id="more-929"></span></p>
<p>Gosto (o bom e o mau, se me permitem os relativistas mais ferrenhos) é algo que se constrói socialmente. Para Pierre Bourdieu, as diferenças entre os gostos musicais não se assemelham às diferenças de paladar alimentício &#8211; este estaria mais profundamente inscrito em nossos corpos que o paladar musical. O estudioso francês acrescenta que os diferentes gostos musicais não remetem unicamente a &#8220;preferências últimas e inefáveis, mas a diferenças no modo de aquisição da cultura musical&#8221; (Sociología y cultura, p. 178).</p>
<p>Como a hinologia protestante foi adquirida, então? Para alguns pesquisadores, como Prócoro Velásques e Antonio G. Mendonça, as missões norte-americanas tinham um pendor eurocêntrico e entendiam que sua cultura era superior a dos povos da América do Sul. Assim, a dominação econômica encontrava um correspondente na dominação cultural e religiosa, dominação essa que repudiava a música local e favorecia a adoção de uma hinologia euro-americana/estrangeira (ver Introdução ao protestantismo no Brasil, dos dois autores; ou O celeste porvir, de Antonio G. Mendonça).</p>
<p>Essa visão está bem simplificada aqui, mas traduz teoricamente a essência de um pensamento amparado no discurso nacionalista e marxista que procura explicar os fenômenos sociais pela ótica do conflito de classes. Esse argumento consolidou-se no Brasil dos anos 1960, quando a dicotomia nacional-popular versus cultura anglófona chegou ao ridículo de se promover uma marcha dos artistas contra a guitarra (era um instrumento do rock, que nasceu nos <a href="http://eoqha.net/tag/eua/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with EUA">EUA</a>, que eram o império colonialista, etc) e ao mesmo tempo coroava-se como &#8220;legítimo&#8221; e &#8220;autêntico&#8221; o estilo de raiz nacional (baião, sertanejo, samba).</p>
<p>Esse discurso, que conferia autencidade e legitimidade somente às músicas fiéis a uma tradição cultural de origem brasileira, ao espaço sociogeográfico das classes populares (o sertão, o morro) e ao argumento de independência cultural em relação ao mercado e às nações dominantes, chegou às igrejas protestantes nos anos 1970 refletindo o pensamento sociológico da época e modificando os padrões de composição de canções religiosas.</p>
<p>Com 30 anos de atraso, o mesmo discurso só agora alcança algumas igrejas adventistas e luteranas, por exemplo. A música de &#8220;raiz&#8221; nacional procura seu espaço na hinologia protestante. Porém, as justificativas encontradas são obsoletas. Primeiro, porque &#8220;cultura brasileira&#8221; não é um conceito monolítico que uma vez erguido estará consolidado para sempre. Ao contrário, trata-se de um conceito extremamente fluído e contraditório (quem diria, nos anos 60, que surgiria algo como rock &#8220;nacional&#8221; ou funk &#8220;carioca&#8221;). Em segundo lugar, o público, em especial a juventude, não se importa com questões de identidade nacional, mas prefere os símbolos e objetos mundializados, os gêneros e as performances transmitidos via mídia, remontando-os em perspectiva diversa da original.</p>
<p>A música popular brasileira é um referente atual para a música cristã. Os pontos positivos que essa perspectiva pode expressar (e há músicos capazes para tanto) também dão lugar a problemas surgidos quando a renovação musical se dá por meio de um pragmatismo evangelístico entusiasticamente abraçado ou quando se acredita que a totalidade de uma cultura é plenamente aceitável quando transladada para o espaço da adoração cristã.</p>
<p>Voltando a questão no topo da página &#8211; o porquê da aceitação da hinologia tradicional em detrimento de uma música cristã popular brasileira -, nota-se que o argumento da autenticidade e legitimidade faz pouco sentido no espaço cultural hiper-globalizado. O debate marxista de conflito de classes, isto é, missionários a serviço do imperialismo norte-americano impingindo uma cultura &#8220;importada&#8221;, é um raciocínio que padece de xenofobia e descarta a reação e os anseios dos novos conversos, que os torna meros receptores passivos.</p>
<p>Michel de Certeau afirma que o sentido e o uso dos produtos culturais, dos sons musicais, na vida individual e social das pessoas não podem ser completamente determinados (A invenção do cotidiano, 1994). Assim, deve-se levar em conta também outros fatores para a adoção da hinódia protestante euro-americana:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) A ausência de referências sociogeográficas: os novos conversos desconheciam a origem da música (se era um folk irlandês, uma marcha da Guerra Civil americana, uma balada do teatro, uma canção de saloon), mas podiam aceitá-la pelo simples motivo de que era diferente das canções dos festejos a que estava acostumado antes da conversão;</p>
<p style="padding-left: 30px;">b) A noção protestante do sagrado: o &#8220;sagrado&#8221; significava algo era &#8220;separado&#8221; para as atividades religiosas. A hinódia euro-americana recebida pelos novos protestantes expressava um caráter diferenciado ao ser cantada no local de adoração, modelando uma perspectiva litúrgica distanciada de práticas musicais sincréticas que serviam tanto para as festividades religiosas quanto para a diversão mais sensual.</p>
<p>Se lembrarmos também do preconceito e da marginalização sofridos pelos conversos no período de inserção do protestantismo no Brasil, veremos que a adoção daquela hinologia &#8220;importada&#8221; marcava uma construção de identidade coletiva interna e também uma diferença externa em relação aos cultos afro-brasileiros e católicos. Não se pode negar que houve (e há) certo sectarismo nessa perspectiva.</p>
<p>Por outro lado, havia (e há) uma clara relação de estilos musicais com atividades que se opunham frontalmente aos princípios cristãos, o que pode ter motivado tanto a recusa de determinados gêneros como o afastamento social. Assim, esse distanciamento precisa ser revisto pela ótica da segregação sofrida e da auto-preservação moral.</p>
<p>São questões candentes que valem uma reflexão a respeito. E o primeiro passo para o entendimento possível é o diálogo. Meu objetivo não é conceder as únicas respostas, mas espero fazer as perguntas certas e até esquecidas.</p>
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		<title>#122 O futuro da mídia adventista</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 00:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aproveitando a presença do diretor associado de comunicação em nível mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, William Costa Jr., realizamos uma coletiva para sanar várias dúvidas, em parceria com a ABJ. Como raras vezes podemos saber direto da fonte o que está sendo realizado ou planejado dentro da igreja na nossa área, aproveitamos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="590" height="332"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3113965&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3113965&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="590" height="332"></embed></object><br />
Aproveitando a presença do diretor associado de comunicação em nível mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, William Costa Jr., realizamos uma coletiva para sanar várias dúvidas, em parceria com a ABJ. <span id="more-327"></span>Como raras vezes podemos saber direto da fonte o que está sendo realizado ou planejado dentro da igreja na nossa área, aproveitamos para discutir o futuro de diversas mídias, como o <a href="http://eoqha.net/tag/cinema/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Cinema">cinema</a>, jornalismo, música, áudio-visual, etc.</p>
<p>Trazemos para você em primeira mão esse interessante debate! Aproveite!</p>
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		<title>Esclarecimentos e posições</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 00:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Algo difícil de ser medido é a repercussão de um veículo na internet. No entanto, com toda a discussão em torno da entrevista que o éoqhá fez com a Marina Silva (saiu na Folha de S. Paulo, Estadão, Época e Veja), gostaria de analisar brevemente um tópico que foi levantado pela mídia, o Estado laico. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://eoqha.files.wordpress.com/2008/01/todamidia.jpg" alt="todamidia.jpg" width="519" height="291" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Algo difícil de ser medido é a repercussão de um veículo na internet. No entanto, com toda a discussão em torno da entrevista que o <em>éoqhá</em> fez com a Marina Silva (saiu na Folha de S. Paulo, Estadão, Época e Veja), gostaria de analisar brevemente um tópico que foi levantado pela mídia, o Estado laico.</p>
<p>Nos dias 10 a 13 de janeiro ocorreu, aqui no Unasp, o Simpósio Criacionismo e Mídia, e contou com a presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Sua vinda aqui teve como finalidade falar sobre preservação ambiental, e suas duas palestras giraram em torno desse tópico. Como cristã falando para um público cristão, ela aplicou princípios bíblicos para demonstrar que a Bíblia defende a preservação ambiental.</p>
<p><img src="http://eoqha.files.wordpress.com/2008/01/nota.jpg" alt="nota.jpg" align="right" />Aproveitando a presença da Marina Silva, o <em>éoqhá</em>, junto com a <a href="http://www.abjnoticias.unasp.edu.br/" target="_blank">ABJ</a>, realizou uma entrevista sobre suas opiniões e idéias pessoais acerca de religião, criacionismo e preservação ambiental. Aparentemente, o fato da ministra acreditar no criacionismo causou um grande alvoroço, por ela ser ministra de um Estado laico, como o Brasil, e publicamente manifestar suas opniões religiosas. Gostaria de reafirmar que o<em> éoqhá</em><strong> defende um Estado laico</strong>. Não vemos, no entanto, nenhum problema em uma pessoa com posição destacada acreditar na Bíblia e no criacionismo, desde que isso não resulte em intolerância na sua gestão.</p>
<p>Vemos exemplos de outras pessoas em importantes posições no Estado que têm suas crenças fundamentadas na Bíblia, como Luiz Francisco F. de Souza, importante procurador da República que colaborou enormemente para a elevação do Ministério Público à importância que ocupa atualmente no cenário brasileiro.</p>
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		<title>#106 A Mídia Nos Últimos Dias Da História – Michelson Borges</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 00:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[debates]]></category>
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		<description><![CDATA[A mídia vem desempenhando importante papel escatológico no sentido de criar uma mentalidade convergente em três linhas principais: espiritualismo, materialismo e evolucionismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="590" height="331"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3138232&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3138232&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="590" height="331"></embed></object><br />
A mídia vem desempenhando importante papel escatológico no sentido de criar uma mentalidade convergente em três linhas principais: espiritualismo, materialismo e evolucionismo.</p>
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		<title>#100 Perspectivas para a mídia adventista &#8211; Michelson Borges e Marcos de Benedicto</title>
		<link>http://eoqha.net/entrevistas/100-perspectivas-para-a-midia-adventista-michelson-borges-marcos-de-benedicto/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 15:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Blogs, livros, mídia independente, jornalismo cidadão, conexão JA, revistas&#8230; Tudo que amamos conversar está nessa semana aqui no É O Q HÁ! para celebrar nossso centésimo episódio! Levamos você a uma coletiva com os jornalistas Michelson Borges e Marcos de Benedicto, ambos ativos na área e trabalhando para a Casa Publicadora Brasileira.Celebre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="590" height="332"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3117258&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3117258&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="590" height="332"></embed></object><br />
Blogs, livros, mídia independente, jornalismo cidadão, conexão JA, revistas&#8230; Tudo que amamos conversar está nessa semana aqui no É O Q HÁ! para celebrar nossso centésimo episódio! Levamos você a uma coletiva com os jornalistas <a href="http://michelsonborges.com" target="_blank">Michelson Borges</a> e Marcos de Benedicto, ambos ativos na área e trabalhando para a Casa Publicadora Brasileira.Celebre!</p>
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		<title>#73 Episódio 7 &#8211; Comprovado Cientificamente</title>
		<link>http://eoqha.net/criacionismo/comprovado-cientificamente/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 11:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Novaes]]></category>
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		<description><![CDATA[Por que temos esta confiança tão grande, às vezes cega na ciência? O prof. Allan Novaes, mestrando em ciência da comunicação e editor-chefe do canal da imprensa, responde nesta palestra a pergunta abordando os seguintes temas: -Origem histórica desta confiança tão grande na ciência -Como que foi criado esta concepção do que é ciência -A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1111412391" bgcolor="#ffffff" flashVars="videoId=1118332781&#038;playerId=1111412391&#038;viewerSecureGatewayURL=https://services.brightcove.com/services/amfgateway&#038;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&#038;cdnURL=http://admin.brightcove.com&#038;domain=embed&#038;autoStart=false&#038;" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="590" height="361" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" swLiveConnect="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"></embed><br />
Por que temos esta confiança tão grande, às vezes cega na <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a>?</p>
<p>O prof. <a href="http://eoqha.net/tag/allan-novaes/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Allan Novaes">Allan Novaes</a>, mestrando em <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a> da comunicação e editor-chefe do canal da imprensa, responde nesta <a href="http://eoqha.net/tag/palestra/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Palestra">palestra</a> a pergunta abordando os seguintes temas:<br />
-Origem histórica desta confiança tão grande na <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a><br />
-Como que foi criado esta concepção do que é <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a><br />
-A percepção da comunidade científica sobre a própria <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a> hoje<br />
-Que tipo de <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">ciência</a> a mídia tem mostrado para o público</p>
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		<title>#72 Episódio 6 &#8211; Entrevista com Edson Soares (biólogo apicultor)</title>
		<link>http://eoqha.net/audio/72-episodio-6-entrevista-com-edson-soares-biologo-apicultor/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 21:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ellen White diz “No crescimento e desenvolvimento da natureza, eram revelados os princípios de Seu reino. Ao erguerem os homens o olhar para os montes de Deus, e contemplarem as maravilhosas obras de Sua mão, podiam aprender preciosas lições de verdade divina. Nos dias futuros, as lições do divino Mestre lhes seriam assim repetidas pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://ftp.pcworld.com/pub/screencams/bee-jpg1.jpg" alt="dsc0597.jpg" align="left" height="331" width="307" />Ellen White diz “No crescimento e desenvolvimento da natureza, eram revelados os princípios de Seu reino. Ao erguerem os homens o olhar para os montes de Deus, e contemplarem as maravilhosas obras de Sua mão, podiam aprender preciosas lições de verdade divina. Nos dias futuros, as lições do divino Mestre lhes seriam assim repetidas pelas coisas da natureza. O espírito seria elevado, e o coração encontraria descanso.”Neste episódio, juntamente com o biólogo e apicultor Edson Timóteo Soares, comentamos sobre nossas observações da natureza e, mais especificamente, sobre as abelhas e as evidências de um Criador.</p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/apicultor/apicultor.mp3" target="_blank">Download</a> (17mb)</p>
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		<title>#70 Episódio 4 &#8211; Entrevista Allan Novaes</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 02:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Voltando da Caverna do Diabo no II Simpósio Criacionista, entrevistamos o Prof. Allan Novaes, mestrando na UMESP em Ciência da Comunicação. Conversamos sobre jornalismo científico e suas abordagens do criacionismo (Design Inteligente também).O áudio foi gravado no ônibus na volta da Caverna do Diabo, portanto há muito barulho de fundo e a gravação saiu um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d7/Creationism.jpg/250px-Creationism.jpg" align="left" height="251" width="250" />Voltando da Caverna do Diabo no II Simpósio Criacionista, entrevistamos o Prof. <a href="http://eoqha.net/tag/allan-novaes/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Allan Novaes">Allan Novaes</a>, mestrando na UMESP em <a href="http://eoqha.net/tag/ciencia/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ciência">Ciência</a> da Comunicação. Conversamos sobre jornalismo científico e suas abordagens do criacionismo (Design Inteligente também).O áudio foi gravado no ônibus na volta da Caverna do Diabo, portanto há muito barulho de fundo e a gravação saiu um tanto estranha. Porém o Prof. Allan (esta semana devo postar sua <a href="http://eoqha.net/tag/palestra/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Palestra">palestra</a> sobre o Criacionismo e a Mídia), dialoga e defende de maneira habilidosa suas posições acerca do criacionismo e as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários num meio não cristão.</p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/alla_novaes_entrevista/allan_novaes.mp3" target="_blank">Download</a> (26mb)</p>
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		<title>#61 Uma conversa com o Michelson Borges</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 01:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Michelson Borges]]></category>
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		<description><![CDATA[No episódio desta semana, fizemos um skypecast com o Michelson Borges. Editor na Casa Publicadora, jornalista e mestrando em teologia, ele é autor de um dos maiores blogs adventistas atuais. Conversamos sobre a importância da utilização desta ferramenta para alcançar as pessoas, seus relatos e experiências pessoais com seu blog, a integração entre leitor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eoqha.files.wordpress.com/2007/02/michel.jpg" alt="Blog Michelson Borges" align="left" border="0" height="277" hspace="2" width="353" />No episódio desta semana, fizemos um skypecast com o Michelson Borges. Editor na Casa Publicadora, jornalista e mestrando em teologia, ele é autor de um dos maiores blogs adventistas atuais. Conversamos sobre a importância da utilização desta ferramenta para alcançar as pessoas, seus relatos e experiências pessoais com seu blog, a integração entre leitor e autor, e muito mais! Se você perdeu o skypecast, confira aqui o resultado!<a href="http://www.archive.org/download/michelson_borges/Borges.mp3" target="_blank">Download</a> (40mb)</p>
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		<title>#50 Rede da esperança: Sisac</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2006 20:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[No episódio dessa semana temos algo especial, fomos aos estúdios da TV Novo Tempo, Rádio Novo Tempo, Sisac, e gravamos o local, por trás dos bastidores do programa da escola sabatina, etc. Também tivemos o prazer de termos conosco o J. Washington (diretor de expansão), que nos explicou como você (nossos ouvintes), pode levar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://tv.novotempo.org.br/imagens/SELO_CENTRO2.jpg" align="left" border="0" height="423" width="338" />No episódio dessa semana temos algo especial, fomos aos estúdios da TV Novo Tempo, Rádio Novo Tempo, Sisac, e gravamos o local, por trás dos bastidores do programa da escola sabatina, etc.</p>
<p>Também tivemos o prazer de termos conosco o J. Washington (diretor de expansão), que nos explicou como você (nossos ouvintes), pode levar a TV Novo Tempo para seu munícipio!</p>
<p>Apesar do arquivo ser grande, considero esse episódio abençoado por Deus, e que vale a pena baixar esses 100mb.</p>
<p><a href="http://www.archive.org/download/sisac/50_sisac.mp4">#50 Rede da esperança: Sisac</a></p>
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