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	<title>éoqhá &#187; natureza</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>raiz</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 02:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[vivi quatro anos num lugar lindo &#8211; uma fazenda escondida, no interior do estado de são paulo. ali estudei, fiz amigos e aprendi a passar tempo simplesmente notando a natureza. tem certos detalhes no espaço que fogem aos olhos apressados, mas ensinam grandes lições. certa manhã, passando pelo mesmo caminho de sempre, reparei uma alteração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1167" title="raiz" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/02/raiz.jpg" alt="raiz" width="590" height="264" /></p>
<p>vivi quatro anos num lugar lindo &#8211; uma fazenda escondida, no interior do estado de são paulo. ali estudei, fiz amigos e aprendi a passar <a href="http://eoqha.net/tag/tempo/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with tempo">tempo</a> simplesmente notando a <a href="http://eoqha.net/tag/natureza/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with natureza">natureza</a>. tem certos detalhes no espaço que fogem aos olhos apressados, mas ensinam grandes lições.</p>
<p>certa manhã, passando pelo mesmo caminho de sempre, reparei uma alteração na paisagem. havia uma árvore a menos, uma árvore caída.. fiquei curioso e me aproximei. é estranhamente engraçado imaginar que fiquei triste diante daquela cena.. ao analisar mais de perto as raízes apodrecidas, pensei: isto deve ter acontecido há algumas horas, mas esse processo começou há muito, muito <a href="http://eoqha.net/tag/tempo/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with tempo">tempo</a>.. nenhuma árvore cai assim de repente. alguma doença mortal já vinha se desenvolvendo há anos ali. logo, as pessoas responsáveis pela limpeza do lugar foram avisadas e tudo desapareceu em poucas horas.<span id="more-1166"></span></p>
<p>as coisas não são tão simples assim com as pessoas. seres humanos não nascem sozinhos, tão pouco crescem independentes uns dos outros. nossa vida é um constante entrelaçar, perder-se e encontrar-se uns nos outros. acontece que com o contar dos anos, passamos a recuar quanto à confiança em compartilhar esferas mais íntimas de nossa experiência. e aí reside um grande perigo. uma doença grave passa despercebida por dentro, sem receber cuidado algum. ninguém pode ver o que acontece por trás de nossa casca aparentemente sadia. e a erosão segue seu processo lento, silencioso e secreto.</p>
<p>mas certo dia há uma quebra, um rompimento súbito, inesperado &#8211; uma queda terrível que permite que todos vejam o que ninguém esperava. e como pessoas não são árvores, nunca caem sozinhas. todos os laços a sua volta são afetados. são laços de sangue, de fé, de anos de convivência ou de mera admiração. a limpeza também não é muito fácil. às vezes demora anos..</p>
<p>olhe bem para dentro agora mesmo. não esqueça que a erosão pode estar acontecendo mesmo enquanto as folhas são verdes e o fruto tem bom sabor. não se iluda com a idéia de que sua queda não irá afetar ninguém. olhe suas motivações, seus hábitos, seus pensamentos. aceite confrontação. olhe para dentro.. olhe com os olhos de Deus, pois ele vê o coração.</p>
<p>e descanse.</p>
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		<title>Uma vida sem limites</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Joêzer Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[José]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas Olimpíadas de Pequim celebrou-se a destreza das máquinas humanas de competir. Mas nos Jogos Paraolímpicos é que se percebe o quão alto e nobre pode o homem chegar a ser. Nas Paraolimpíadas não há derrotados. São todos vitoriosos por nadar contra a correnteza social, correr atrás da &#8220;normalidade&#8221; perdida, saltar os obstáculos do preconceito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-689" title="nike_samocracia" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/09/nike_samocracia.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p>Nas Olimpíadas de Pequim celebrou-se a destreza das máquinas humanas de competir. Mas nos Jogos Paraolímpicos é que se percebe o quão alto e nobre pode o homem chegar a ser. Nas Paraolimpíadas não há derrotados. São todos vitoriosos por nadar contra a correnteza social, correr atrás da &#8220;normalidade&#8221; perdida, saltar os obstáculos do <a href="http://eoqha.net/tag/preconceito/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Preconceito">preconceito</a> e voar, sim, voar para além de uma sociedade orientada para a beleza exterior e a aparência física &#8220;perfeita&#8221;.</p>
<p>Os atletas das Paraolimpíadas são como a estátua grega Vitória de Samotrácia<span id="more-688"></span> (foto). Essa estátua simbolizava as conquistas helênicas na guerra, mas foi encontrada sem algumas partes do</p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption alignright" style="width: 186px"><img class="size-full wp-image-690" title="Vitória de Samotrácia" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/09/2594142795_8325553a6e_m.jpg" alt="Vitória de Samotrácia no Louvre" width="176" height="240" /><p class="wp-caption-text">Vitória de Samotrácia no Louvre</p></div>
<p>corpo. Isso, porém, em nada diminuiu seu valor. A estátua, também chamada Niké (vitória, em grego), tem a incompletude formal derivada da ação da <a href="http://eoqha.net/tag/natureza/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with natureza">natureza</a>, mas possui dignidade altaneira e beleza soberana.</p>
<p>Assim são os atletas paraolímpicos: perderam o controle de partes do corpo ou nem mesmo têm a totalidade de braços e pernas, mas suas simples presenças antes da largada sinalizam uma vitória pessoal irrestrita. Veja-se o nadador brasileiro Daniel Dias: suas restrições físicas não lhe impedem de bater recordes. Ou os corredores cegos que sonham com as cores do mundo e conquistam, mais que títulos, um novo modo de viver. Ou os cadeirantes, que trafegam velozmente pelas pistas, pelas quadras, afugentando a auto-piedade destrutiva, rodopiando em suas cadeiras a plena exaltação da vida.</p>
<p>O que faz com que esses atletas não se atirem para fora da vida, quando a própria vida se lhes afigura feito um portão fechado e intransponível, quando lutar contra a desventura é como correr atrás do vento? João Cabral de Mello Neto oferece uma saída em Morte e Vida Severina:</p>
<blockquote><p>Seu José, mestre carpina,<br />
e em que nos faz diferença<br />
que como frieira se alastre,<br />
ou como rio na cheia,<br />
se acabamos naufragados<br />
num braço do mar miséria?<br />
Severino, retirante,<br />
muita diferença faz<br />
entre lutar com as mãos<br />
e abandoná-las para trás,<br />
porque ao menos esse mar<br />
não pode adiantar-se mais.</p></blockquote>
<p>Ao ver esses atletas bailando na adversidade com tal gosto pela vida, podemos lembrar dos versos de Ferreira Gullar:</p>
<blockquote><p>Como dois e dois são quatro<br />
Sei que a vida vale a pena<br />
Mesmo que o pão seja caro<br />
E a liberdade pequena</p></blockquote>
<p>Esses mesmos atletas valorizam cada fôlego da vida, e nada os impede de cantar que a vida é bonita, é bonita e é bonita. E quando a locomoção parece improvável e o movimento impedido, eles são capazes de conviver com restrições, fabricar outros limites e engrandecer o sentido de liberdade, descobrindo novas e especiais possibilidades.</p>
<p>&#8220;Tudo quanto te vier à mão, faze-o conforme tuas próprias forças&#8221; (A Bíblia).</p>
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		<title>#71 Episódio 5 &#8211; A constelação de Órion</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2007 02:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criacionismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez o Prof. Rodrigo Silva (Especializado em Arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém e Doutor em Novo Testamento pela Pontifícia Faculdade Nossa Senhora de Assunção), traz uma maravilhosa palestra. Desta vez tratando das Evidências de Deus na constelação de Órion. Através de estudos da Nasa, livros científicos e arqueologia, o prof. Rodrigo mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="590" height="332"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3207580&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3207580&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="590" height="332"></embed></object><br />
Mais uma vez o Prof. <a href="http://eoqha.net/tag/rodrigo-silva/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Rodrigo Silva">Rodrigo Silva</a> (Especializado em Arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém e Doutor em Novo Testamento pela Pontifícia Faculdade Nossa Senhora de Assunção), traz uma maravilhosa palestra. Desta vez tratando das <em>Evidências de Deus na constelação de Órion. </em></p>
<p>Através de estudos da Nasa, livros científicos e arqueologia, o prof. Rodrigo mostra como que uma mulher a mais de 100 anos atrás acertou em cheio o que só hoje os cientistas conseguiram descobrir.</p>
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