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	<title>éoqhá &#187; poesia</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>eu poema e o Poeta</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 23:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Tonasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

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		<description><![CDATA[há semanas tenho ouvido repetidas vezes uma canção interpretada por joão alexandre chamada &#8220;te vejo Poeta&#8221; (youtube). não tenho motivos específicos ou claros para isso, apenas tenho me deleitado com o relacionamento que a canção me proporcionou com Deus, através da ação dEle mesmo em mim. hoje enquanto ouvia, rascunhei algo sem pretensão de ser, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1554" title="a26b" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/08/a26b.jpg" alt="a26b" width="590" height="264" /></p>
<p>há semanas tenho ouvido repetidas vezes uma canção interpretada por joão alexandre chamada &#8220;te vejo Poeta&#8221;  (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=UbZ8sFGFoxQ" target="_blank">youtube</a>). não tenho motivos específicos ou claros para isso, apenas tenho me deleitado com o relacionamento que a canção me proporcionou com Deus, através da ação dEle mesmo em mim.</p>
<p>hoje enquanto ouvia, rascunhei algo sem pretensão de ser, mas sendo o que há de mais verdadeiro em mim. resolvi compartilhar por aqui assim, simplesmente como foi. chamar isto de poesia ofenderia a muitos, então, chame como desejar. para Quem foi escrito não fará diferença.</p>
<p>por hoje a canção e poucas palavras para o Poeta&#8230;<span id="more-1553"></span></p>
<p>porque tudo perto dEle é insuficiente,<br />
porque toda tentativa de dimensionar o Que, o Quem e o Ele, é insignificante e ilusória perto do que verdadeiramente já o É,<br />
e se o É, é flagrante contínuo,<br />
é EU SOU sem limite,<br />
sem começo e sem final,<br />
Existência e Eternidade doada e escrita, em mim,<br />
um cego sem <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a>.</p>
<p>porque a linguagem é incapaz de conter, traduzir ou tatear.<br />
Incabível.<br />
porque canções só vislumbram pinturas frescas de imaginação que pouco, ou nada, concretizam a Verdade que já é em mim.<br />
Imprevisível.<br />
<strong><br />
se me calasse por hoje, já seria louvor.</strong><br />
silêncio que ecoa nEle,<br />
que discerne estruturas, sentidos, intenções.</p>
<p>com o Poeta já não há estética,<br />
é como o texto que se lê agora,<br />
tem que ser,<br />
e não parecer.</p>
<p>e se hoje sou, é porque escolhi ser nEle,<br />
e se hoje escolho, é por ser <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a> dEle.<br />
recriado em verso,<br />
pois entre eu e Ele,<br />
apenas poesia,<br />
apenas Nós.</p>
<p>confuso ser poema no poema,<br />
sem métrica, sem floreio,<br />
verso inacabado.<br />
sem ponto, sem acento,<br />
sem pretensão vazia,<br />
apenas rabiscado, rascunhado antes da existência,<br />
porque antes de ser, já o era,<br />
e o era assim,<br />
como agora sou.</p>
<p>obra, singular,<br />
era escrito,<br />
escrito em sangue de Quem só escreve o que É.<br />
e que hoje me inspira ao escrever mais um de Seus versos em mim.<br />
por isso Ele, EU SOU,<br />
e eu.</p>
<p>amo-Te Poeta!</p>
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		<title>cântico dos cânticos &#8211; busca e encontro</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/cantico-dos-canticos-busca-e-encontro/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 13:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[poesia bíblica é fascinante. um universo de possibilidades e níveis de profundidade diferentes. o livro que empresta título ao &#8216;post&#8217; é um exemplo perfeito. tantas leituras quanto pessoas no mundo. de &#8216;alegorismos&#8217; a &#8216;literalismos&#8217;, todos palpitam. o rabbi akiva dizia que todos os livros do tanach (chamado de antigo testamento pelos cristãos) são santos, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1218" title="love" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/03/love.jpg" alt="love" width="590" height="264" /></p>
<p>poesia bíblica é fascinante. um universo de possibilidades e níveis de profundidade diferentes. o livro que empresta título ao &#8216;post&#8217; é um exemplo perfeito. tantas leituras quanto pessoas no mundo. de &#8216;alegorismos&#8217; a &#8216;literalismos&#8217;, todos palpitam. o rabbi akiva dizia que todos os livros do tanach (chamado de antigo testamento pelos cristãos) são santos, mas que shir hashirim (heb) é o santo dos santos.</p>
<p>os próximos tópicos meus serão no sentido de tratar algumas nuances da poesia e do tema deste livro de poesia hebraica bíblica. sem entrar no mérito da autoria (alguns colocam Salomão, outros refutam), a voz principal é feminina. é a ela que conduz a his(es)tória. as ações masculinas são apenas respostas a busca empreendida pela mulher &#8220;queimada de sol&#8221;. ela sabe o que quer e busca até achar. com certeza, um belo referencial até hoje.</p>
<h3>Busca e Encontro</h3>
<p>cântico dos cânticos é construído em cima de uma tensão constante: a busca pelo ser amado. desde o início até o fim, a mulher parte em uma jornada de encontros e desencontros (sei que já existe um filme com esse nome). os encontros são marcados por forte linguajar erótico, enquanto os desencontros evidenciam angústia, sempre por parte do personagem feminino. somente no fim o personagem masculino parece evocar e exigir a presença da amada.<span id="more-1217"></span></p>
<p>para o poeta de shir hashirim, o amor é uma eterna busca.</p>
<p>dentre as muitas conclusões/reflexões possíveis, uma é que o amor não se acomoda e ao passo em que prevê liberdade de ir e vir, demonstra o desejo incessante de proximidade física. amar é buscar estar junto ainda quando distante.</p>
<p>aproveitando o dia, o espírito do sábado é basicamente o mesmo: buscar proximidade de D-S, mesmo estando muito distante dELE!</p>
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		<title>O Poeta, a arte e a cruz</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/o-poeta-a-arte-e-a-cruz/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 01:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Joêzer Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[redenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez, a crítica teatral Barbara Heliodora disse que as únicas imagens que não podiam ser criticadas eram as imagens reais da natureza. “Ninguém vê um pôr-do-sol e diz: ah, este pôr-do-sol está muito acadêmico”. De fato, para criticar a natureza é preciso níveis absurdos de rabugice. E quando falo natureza me refiro ao que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez, a crítica teatral Barbara Heliodora disse que as únicas imagens que não podiam ser criticadas eram as imagens reais da natureza. “Ninguém vê um pôr-do-sol e diz: ah, este pôr-do-sol está muito acadêmico”. De fato, para criticar a natureza é preciso níveis absurdos de rabugice. <span id="more-526"></span>E quando falo natureza me refiro ao que o ser humano ainda não conseguiu destruir com seu mau gosto: a formação das nuvens, a alvorada, uma colina, uma árvore.</p>
<p>Os céus proclamam a glória da criação, cantava Davi, o rei-poeta, quando, maravilhado, ficava a pensar nas obras das mãos criadoras de Deus. Os autores da pequena-grande canção Te Vejo Poeta, João Alexandre e Guilherme Kerr Neto, deviam estar com a mente repleta de lembranças bonitas do contato rotineiro com a natureza. A pontualidade da maré, as nunca enjoativas cores do dia e da noite, o incansável surgir e desaparecer do sol no horizonte; tudo é tão cotidiano que é fácil perder a capacidade de nos maravilharmos com a natureza.</p>
<p>Os compositores estão aí para nos lembrar que o Criador é muito mais do que um arquiteto. É um Poeta. Um Poeta que espelha Seu amor no Filho e espalha Seu dom nos seres criados.</p>
<p><em>Te vejo Poeta quando nasce o dia<br />
E no fim do dia, quando a noite vem<br />
Te vejo Poeta na flor escondida<br />
No vento que instiga mais um temporal</em></p>
<p>A letra da <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> fala de alguém que é capaz de perceber o Poeta revelado nas obras, como um pintor cuja autoria é identificada nas cores e traços de um quadro. O eu-lírico da canção vê a poesia tanto na aurora quanto no entardecer. Isso a canção deixa claro: Deus não está no dia, na noite, no vento, na flor. Antes, é a natureza que manifesta as digitais de um Criador.</p>
<p><em>Te vejo Poeta no andar das pessoas<br />
Nessas coisas boas que a vida me dá<br />
Te vejo Poeta na velha amizade<br />
Na imensa saudade que trago de lá</em></p>
<p>A canção anuncia que há algo mais pra se olhar no andar das pessoas além do balanço de quem vem e que passa a caminho do mar. É o assim caminhar da humanidade, o transitar das pessoas, tão diferentes na aparência, mas tão semelhantes em seus anseios de busca e apreensão de felicidade, de sentido na vida.</p>
<p>Numa época de relações passageiras, líquidas, que escoam pelos desvãos do tempo e da egolatria, o companheirismo de uma longa amizade está se ausentando dos relacionamentos humanos. É que grandes amizades raramente se constroem nos escaninhos do orkut, tampouco na mudança constante de cidade do transitório trabalhador moderno. O rodízio de carros é seguido do rodízio de amigos; nem amigos mais, talvez meros colegas. Na rotatividade enlouquecedora de hoje, a canção celebra a velha amizade ao mesmo tempo em que descreve a saudade dos amigos distantes.</p>
<p>Depois de iniciar com a percepção da obra perfeita revelada na natureza, os autores da canção chegam ao homem, “a coroa da glória da Criação”, e após enxergar poesia na vida humana, eles percebem também que os relacionamentos, por mais fraternos e amáveis que sejam, são vítimas da finitude e da saudade. Nesse ponto, pouco restaria a falar do ser humano ou da natureza. A criatura reconhece que há outro painel desenhado. Desta vez, sem raios luminosos, sem noites enluaradas, sem flor, mas pintado com as cores dramáticas do sangue. Porém, para além da tragédia da morte de um Crucificado, os autores vêem beleza na rudeza da cruz, sabedores e beneficiários que são do plano de <a href="http://eoqha.net/tag/redencao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with redenção">redenção</a>.</p>
<p><em>Contudo um poema, Tua obra de <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a><br />
Destaca-se à parte numa cruz vulgar<br />
Custando o suplício do Teu Filho amado<br />
Mais alta expressão do ato de amar</em></p>
<p>Aquele Homem de dores desfigurado pela tortura, cortado da terra dos viventes por causa da transgressão de todos, é parte de um poema difícil de recitar. É um quadro tão terrível e ao mesmo tempo tão belo e misterioso, que não pode ser contado entre os feitos artísticos já enunciados pelo eu-lírico da canção. É uma obra que se destaca à parte porque não é de criação, mas de <a href="http://eoqha.net/tag/redencao/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with redenção">redenção</a>. Essa obra é de <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a> não por causa dos painéis renascentistas ou quadros barrocos inspirados pelas cenas da cruz vulgar, mas porque é a mais alta expressão do ato de amar, e “ninguém tem maior amor do que esse: o de dar a própria vida em favor de seus amigos”.</p>
<p>A <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a>, assim, está na motivação, concepção e execução do plano. Um plano que faz do Criador o Redentor que experimenta a amizade e a inimizade, a infância e a morte, e troca inexplicavelmente de lugar com a criatura. O Poeta parece escrever algo trágico demais, mas o poema não pode somente falar da árvore, mas também do machado que a corta. A criação dá testemunho da <a href="http://eoqha.net/tag/arte/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with arte">arte</a> do Poeta; a cruz revela a Sua missão.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quando ele fecha os olhos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sentado ao lado, Com seu rosto marcado Seu olhar profundo, e sua testa sulcada Quando ele fecha os olhos Eu me distraio Observo Disfarço Analiso Divago no que será que está a pensar? Penso nos seus problemas, suas dores, suas lutas, Seus filhos, seus netos, suas noras, seus bisnetos, sua esposa&#8230; Será que essa ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p>Sentado ao lado,<br />
Com seu rosto marcado<br />
Seu olhar profundo, e sua testa sulcada<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Eu me distraio<span id="more-337"></span><br />
Observo<br />
Disfarço<br />
Analiso<br />
Divago no que será que está a pensar?<br />
Penso nos seus problemas, suas dores, suas lutas,<br />
Seus filhos, seus netos, suas noras, seus bisnetos, sua esposa&#8230;<br />
Será que essa ainda está ao seu lado?<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Fugidamente o vejo pelo reflexo da janela<br />
Será aquilo um sorriso?<br />
Talvez ele se contentou em aceitar as dificuldades da vida<br />
Talvez ele saiba que em breve irá repousar<br />
Talvez algo mais simples,<br />
A lembrança do cheiro dos cabelos de sua esposa enquanto  eles estavam a se abraçar<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Vê Deus,<br />
Vê o mundo,<br />
Vê o vazio,<br />
Vê profundo,<br />
Vê algo além, algo maior, o que viu não foi em vão<br />
O sorriso daqueles que o amam,<br />
Trazem a ele a certeza da aceitação<br />
Quando ele fecha os olhos<br />
Naquele ônibus vazio<br />
De sobra ele pensa<br />
“Quem é este que está por me observar?”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A poesia da poesia</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/a-poesia-da-poesia-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 22:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[A poesia da poesia Não nascida Abortada Por erro poético Ou má formação dos versos Será lembrada pelo que não foi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p>A poesia da poesia<br />
Não nascida<br />
Abortada<br />
Por erro poético<br />
Ou má formação dos versos<br />
Será lembrada pelo que não foi</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>desconexo? talvez</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/desconexo-talvez/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 02:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Tonasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[espaço literário]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe]]></category>
		<category><![CDATA[literário]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Tonasso]]></category>

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		<description><![CDATA[madrugada, silêncio na alma, faz-se necessário fugir pra longe, brincar de pega-pega com a paz, trancar os olhos, e ouvir por dentro, sem rima, bom senso, é voz que soa intenso, sopra leve e fundo a direção, o sorriso nos lábios faz-se ouvir, é mansa, gentil, serena, não pare por favor! me ajude, fale mais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address> </address>
<p>madrugada,<br />
silêncio na alma,<br />
faz-se necessário fugir pra longe,<br />
brincar de pega-pega com a  paz,<span id="more-256"></span><br />
trancar os olhos,<br />
e ouvir por dentro,<br />
sem rima, bom senso,<br />
é voz que soa intenso,<br />
sopra leve e fundo a direção,<br />
o sorriso nos lábios faz-se ouvir,<br />
é mansa, gentil, serena,<br />
não pare por favor!<br />
me ajude, fale mais.<br />
lágrima despenca,<br />
é sobrenatural, divino<br />
Deus resolveu sussurrar</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>estrelas de acuípe</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/estrelas-de-acuipe/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 19:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Mota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Coral Unasp]]></category>
		<category><![CDATA[literário]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Mota]]></category>

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		<description><![CDATA[(dedicado aos componentes do coral unasp que também viram as estrelas de acuípe na turnê 2005) todas as noites surgem estrelas para iluminar o céu que nos cobre, mas nem sempre com a intensidade das estrelas de acuípe. aqui elas são como furos na lona celeste, cada uma apagando um pouco do escuro e contando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>(dedicado aos componentes do <a href="http://eoqha.net/tag/coral-unasp/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Coral Unasp">coral unasp</a> que também viram as estrelas de acuípe na turnê 2005)</address>
<p><code><br />
</code><br />
todas as noites surgem estrelas<br />
para iluminar o céu que nos cobre,<br />
mas nem sempre com a intensidade<br />
das estrelas de acuípe.<br />
aqui elas são como furos na lona celeste,<br />
cada uma apagando um pouco do escuro<br />
e contando um pouco do claro<br />
que vai nascer no dia seguinte.<br />
na claridade, a inquietação se esconde;<br />
de dia, não se sente tanto o frio na barriga.<br />
por isso eu amo as noites de acuípe;<br />
elas são quase dia, e a luz dos astros<br />
espanta parte do pânico de quem percebe<br />
ter uma alma feita de escuridão<br />
onde não brilham estrelas.<br />
aqui, eu olho para o céu e fico desejando<br />
que acenda-se uma Luz na noite da alma<br />
e ela finalmente se torne como<br />
uma noite estrelada em acuípe.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poesia</title>
		<link>http://eoqha.net/reflexoes/poesia/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 18:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[concretismo]]></category>
		<category><![CDATA[edson]]></category>
		<category><![CDATA[espaço literário]]></category>
		<category><![CDATA[literário]]></category>
		<category><![CDATA[nunes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[tudo é sugado de mim para fazer nascer um novo eu um eu poético/lírico minha poesia parece exigir meu fim muito mais do que parte do todo (mesmo que a parte represente o todo e vice-versa) vejo na minha poesia mais do que sou, talvez o que gostaria de ser ou o que já fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tudo é sugado de mim<br />
para fazer nascer um novo eu<br />
um eu poético/lírico</p>
<p>minha poesia parece exigir meu fim<br />
muito mais do que parte do todo<br />
(mesmo que a parte represente o todo e vice-versa)</p>
<p>vejo na minha poesia mais do que sou,<br />
talvez o que gostaria de ser ou o que já fui ou melhor<br />
o que sou agora de outra maneira</p>
<p>nasço com a poesia para com ela morrer<br />
uma morte física? mental?<br />
uma morte experimental</p>
<p>é isso que a poesia que me seca me oferece<br />
ver me de fora experimentar-me como se fosse outro<br />
ainda que seja o mesmo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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