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	<title>éoqhá &#187; Valores</title>
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	<description>O éoqhá é uma iniciativa de ser um contraponto as mídias tradicionais, trazendo fatos, acontecimentos, entretenimento, reportagens e textos sob uma óptica religiosa.</description>
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		<title>a adolescentização da música cristã</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 17:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joêzer Mendonça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para Edgar Morin, o surgimento da ética da adolescência firma valores e aponta um estilo de vida próprio. Isso não é ruim. Afinal, passaram-se milênios tratando a criança e o adolescente como um adulto em miniatura e agora que lhes dão vez reclamam da sua voz. Entretanto, a sociedade de consumo tem se modelado pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1342" title="61991" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2009/04/61991.jpg" alt="61991" width="590" height="264" /></p>
<p>Para Edgar Morin, o surgimento da ética da adolescência firma valores e aponta um estilo de vida próprio. Isso não é ruim. Afinal, passaram-se milênios tratando a criança e o adolescente como um adulto em miniatura e agora que lhes dão vez reclamam da sua voz. Entretanto, a sociedade de consumo tem se modelado pelas aspirações do arquétipo do imaginário da juventude: imediatismo, pouco senso de historicidade, vontade de transgredir e preferência pela cultura do lazer.</p>
<p>A renovada <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> cristã não ficou imune a essas mudanças e a adolescentização cultural também passa pelas suas formas de composição e divulgação. O <a href="http://eoqha.net/tag/gospel/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with gospel">gospel</a> tem mirado preferencialmente o público jovem, alvo também da indústria do entretenimento midiático.<span id="more-1322"></span></p>
<p>Os cantores <a href="http://eoqha.net/tag/gospel/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with gospel">gospel</a> tendem a reconfigurar os hinos da tradição cristã de uma maneira que, supostamente, a juventude irá preferir, numa tendência de formatar um evangelismo digerível para as faixas etárias juvenis. Porém, essa releitura musical tem se pautado primordialmente por estilos do pop dançante. Como exemplo secular, cito aquela propaganda de refrigerante que faz um arranjo estridente de pop/rock para a belíssima e serena What a Wonderful World (a versão clássica tem a voz rouca de Louis Armstrong, lembrou?). Nos círculos musicais evangélicos, a interpretação dos clássicos submeteu-se a retórica do grito, do ruído e da velocidade.</p>
<p>Afim de não perder o público jovem, os programas <a href="http://eoqha.net/tag/gospel/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with gospel">gospel</a> de rádio e TV mimam-no com cantilenas pop para ouvir no som do carro. Além disso, as novíssimas canções (e alguns novos cantores) vêm e vão semelhantemente à fama transitória da indústria musical pop. Não há, também, resenhas e críticas em revistas ou sites que apontem excessos ou mercantilização, pois &#8220;tudo serve para evangelizar e salvaguardar o jovem crente do <a href="http://eoqha.net/tag/mundo/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mundo">mundo</a>&#8221;.</p>
<p>Não estou dizendo que os hinários não contenham algumas melodias esquecíveis e letras empostadas que não falam ao espírito moderno e muito menos quero dizer que o melhor da <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> cristã foi composto há 150 anos ou que não há lugar para letras simples e facilmente memorizáveis. Nenhum repertório geral está consolidado para sempre. Por outro lado, é bom refletirmos sobre os recentes critérios de elaboração musical que têm reduzido a <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> sacra a conceitos individualistas de gosto e têm transformado o fator inovação em uma banalizada estratégia de marketing.</p>
<p>Assim como a superficialidade poética tem substituído a densidade teológica e a teatralidade gestual tem se tornado uma marca pessoal do cantor evangélico, os esforços de comunicar-se com a juventude, se podem dar sentido e relevância aos conteúdos bíblicos tradicionais, em algumas situações têm se deixado modelar pelos estereótipos da indústria do pop adolescente.</p>
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		<title>compras</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 21:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[dezembro é o mês das compras. parece haver uma necessidade de presentear e ser presenteado. todos os lugares de vendas ficam abarrotados. em são paulo, no rio de janeiro, em natal, em teresina, em chicago, em paris, em londres, etc, todos querem comprar algo para dar ou para ficar. interessante notar a dinâmica do ato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1015" title="presentes" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/12/presentes.jpg" alt="presentes" width="590" height="264" /></p>
<p>dezembro é o mês das compras. parece haver uma necessidade de presentear e ser presenteado. todos os lugares de vendas ficam abarrotados. em <a href="http://eoqha.net/tag/sao-paulo/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with São Paulo">são paulo</a>, no rio de janeiro, em natal, em teresina, em chicago, em paris, em londres, etc, todos querem comprar algo para dar ou para ficar.</p>
<p>interessante notar a dinâmica do ato de dar um presente. no processo da compra, além de pensar, obviamente, nos gostos, sonhos e personalidade do presenteado, o presenteador quer deixar também a sua marca, quer dizer, não apenas dar algo, mas algo que faça aquela pessoa se remeter a ele.<span id="more-1014"></span></p>
<p>assim que, o processo de comprar vai além do conhecimento que temos (ou achamos que temo) de alguém e chega ao conhecimento que temos (ou achamos que temos) de nós mesmos. o presente passa a ser mais do que representação de sentimentos para ser representação de indivíduos. o presente passa a ser um pouco a pessoa que dá e um pouco a pessoa que recebe.</p>
<p><a href="http://eoqha.net/tag/lipovetsky/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with lipovetsky">lipovetsky</a>, em &#8216;a felicidade paradoxal&#8217; diz que vivemos em uma época em que &#8220;as tradições, a religião, a <a href="http://eoqha.net/tag/politica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Política">política</a> são menos produtoras de identidade central&#8221; e o consumo passa a exercer um papel fundamental no processo de criar identidade individual. por isso comprar é tão importante. por isso cada presente carrega um pouco do que se é.</p>
<p>objetos resumindo <a href="http://eoqha.net/tag/pessoas/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pessoas">pessoas</a>.</p>
<p>no balcão das lojas, estão mais do que roupas, eletrônicos, brinquedos, etc. a camisa não é apenas legal. ela é alternativa. o filme em dvd não apenas emociona, ele traduz uma imagem cult. aquele celular mostra um lado empreendedor. as coisas passam a carregar valores. as coisas passam a carregar imagens. você não compra mais produtos, você compra você.</p>
<p>as lojas deixam de ser mercados de produtos e tranformam-se em mercados de gente.</p>
<p>felizmente, &#8220;quem eu sou&#8221; é mais profundo do que o que eu tenho. responder demora mais do que uma tarde de compras.</p>
<p>Foto concedida pelo <a href="http://flickr.com/photos/nationaalarchief/" target="_blank">Nationaal Archief </a></p>
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		<title>Felicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Nunes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das melhores propagandas dos últimos tempos era de um cartão de crédito. Em meio a valores de certos itens (bola: ‘x’ reais, chuteira: ‘x’ reais, etc.) era incluída uma cena de valor sentimental (o filho jogando bola com seu pai) e o anúncio terminava com ‘tal coisa’ “não tem preço, mas para todas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-621" title="Felicidade" src="http://eoqha.net/lab/wp-content/uploads/2008/09/felicidade.jpg" alt="" width="590" height="264" /></p>
<p>Uma das melhores propagandas dos últimos tempos era de um cartão de crédito. Em meio a valores de certos itens (bola: ‘x’ reais, chuteira: ‘x’ reais, etc.) era incluída uma cena de valor sentimental (o filho jogando bola com seu pai) e o anúncio terminava com ‘tal coisa’ “não tem preço, mas para todas as outras existe ‘x’”. A expressão chegou a virar rotina de piadas entre amigos e mesmo declaração de amor entre casais (‘estar com você não tem preço’, ‘ver seu <a href="http://eoqha.net/tag/sorriso/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Sorriso">sorriso</a> não tem preço’, etc.).</p>
<p>A felicidade é vendida como uma série de coisas (materiais) e algum sentimento. Isso acontece em momentos pontuais, meio que reafirmando a frase de <a href="http://eoqha.net/tag/musica/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Música">música</a> popular:<span id="more-620"></span> “tristeza não tem fim, felicidade sim”. A vida torna-se um eterno ciclo de comprar, comprar e comprar. Tudo é comprado para aguardar o momento que não tem preço. Afinal, quando ele vier, é preciso estar preparado. Essa não tão nova tendência é chamada de hiperconsumo pelo filósofo francês Gille <a href="http://eoqha.net/tag/lipovetsky/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with lipovetsky">Lipovetsky</a>.</p>
<p>O principal problema não é o consumo em si, mas o paradoxo que ele cria. O que não tem preço só é alcançado pagando o preço. Resultado? Ansiedade. A espera pelo breve momento de felicidade a torna circunstancial.</p>
<p>Felicidade, entretanto, é mais um processo do que um evento isolado. Curiosamente, no assim chamado Antigo Testamento, a palavra felicidade e a raiz do verbo andar são iguais. Andar significa movimento. Significa ação. A idéia ainda é mais conflitante com a propaganda de cartão de crédito porque a felicidade deixa de ser a culminância, para ser a base. Ser feliz não é o fim, é o início de uma caminhada.</p>
<p>Foto pela <a href="http://flickr.com/photos/library_of_congress/" target="_blank">Biblioteca do Congresso</a></p>
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		<title>#104 Resgatando Valores Que Fazem Diferença – Ivan Goes</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 23:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cléderson Perez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Simpósio Universitário]]></category>
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		<description><![CDATA[Estamos preocupados com o lado de fora do nosso mundo: a Amazônia, o aquecimento do planeta, a camada de ozônio, o efeito estufa; mas quem fica preocupado com o “dentro da gente”? Resgatar valores deve ser a nossa proposta. Valores de dentro que, com certeza, mudarão o lado de fora. Download]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://eoqha.wordpress.com/files/2007/11/happy-girl-jumping.jpg" align="top" border="0" height="261" width="470" /></p>
<p>Estamos preocupados com o lado de fora do nosso <a href="http://eoqha.net/tag/mundo/" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mundo">mundo</a>: a Amazônia, o aquecimento do planeta, a camada de ozônio, o efeito estufa; mas quem fica preocupado com o “dentro da gente”? Resgatar valores deve ser a nossa proposta. Valores de dentro que, com certeza, mudarão o lado de fora.</p>
<p><a href="http://eoqha.net/biblioteca/104.mp3" target="_blank" title="#104">Download</a></p>
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